quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Por que o congestionamento é bom

Em artigo traduzido por Claudio de Senna Frederico, o autor norte-americano Kent Strumpell discute as tentativas de melhorar o trânsito e os benefícios das ruas congestionadas.
Fonte: ANTP: http://portal.antp.org.br/Inicio/SitePages/not_PtV.aspx?AspXPage=g_5ABBBCA5D8804D2C89BCE793C704C0E5:%2540ID%3D1077

Tradução: Claudio de Senna Frederico

Lamentar os males do congestionamento tornou-se talvez a queixa mais comum ouvida sobre a vida urbana hoje. Todos resmungam sobre isso, mas poucos fazem algo significativo para diminuir a sua própria contribuição. De alguma forma, pensamos, o governo deve resolvê-lo. Mas todos nós sabemos que isso não tem funcionado. Preso a ele e parados em nossos caminhos, aqui está uma lista parcial dos benefícios de ficar parado no trânsito.

Tráfego congestionado é uma das poucas restrições a utilização excessiva do automóvel

Quando uma mercadoria, como a rua, fica com oferta folgada, o resultado é invariavelmente o uso excessivo. Tráfego pesado faz com que a maioria dos motoristas pensem duas vezes antes de usar seus carros nos horários de pico e incentiva muitos a dar carona, usar meios alternativos de viagem ou ficar mais próximo de seus destinos mais comuns.

A experiência diária no congestionamento pode aumentar o apoio público para investimentos em meios de transporte mais eficientes e ambientalmente sustentáveis, como transporte público, ciclismo e caminhada, que têm vários benefícios sociais e que estão precisando de mais apoio.

O congestionamento pode melhorar a atratividade de atividades à margem das ruas congestionadas.

Estradas com trânsito lento são mais propícias para caminhadas, compras, refeições ao ar livre, conversar, atravessar a rua, para as crianças brincarem nas calçadas, etc. Em ruas com tráfego rápido, barulhento, todas essas atividades são menos viáveis e menos agradáveis.

Tráfego lento é mais seguro.

É um fato provado que a gravidade das colisões de veículos aumenta dramaticamente com o aumento das velocidades. Tráfego mais lento também aumenta a segurança para pedestres e ciclistas.

O congestionamento pode aumentar o valor das propriedades de comércio.

Quando os carros conseguem acelerar até ou mesmo acima do limite de velocidade, os motoristas percebem menos os empreendimentos à beira da estrada. Quando o tráfego diminui ou para, os passageiros e motoristas têm mais oportunidade de perceber o que está ao seu redor e visitar o comércio e os empreendimentos ao redor.

Tráfego mais lento pode reduzir o consumo de combustível (não no anda e para)

A velocidade com que os veículos a motor atingem a sua maior eficiência e menores níveis de emissões é de cerca de 50 km/h (mas no nível do anda e para as coisas pioram). Acima de 50 km/h, o arrasto aerodinâmico aumenta o consumo de combustível na maioria dos carros./div>
Tráfego mais lento pode melhorar a capacidade da estrada.

Com o tráfego entre 40 e 55 km/h as estradas atingem sua maior capacidade. Acima disso, a capacidade diminui pelo aumento desproporcional do espaço entre os carros.

O ponto desta lista não é de defender ou encorajar mais congestionamento, mas apontar o que mutas vezes é negligenciado como efeito colateral negativo da tentativa de elimna-lo. O congestionamento pode ser uma condição mais favorável do que a tentativa de alivia-lo. Se serve de consolo, todas as cidades prósperas do mundo têm congestionamentos (embora muitos também fornecem alternativas diversas ao uso do carro).

A solução para ruas obstruídas não será encontrada em alguma combinação ótima de melhorias das ruas, tecnologia avançada e ajustes de comportamento. Em vez disso, a chave para se torna-las menos sobrecarregadas pelo tráfego é construir e equipar nossas comunidades para que possamos atender um número cada vez maior de nossas necessidades diárias sem dirigir.

Claro, nem todo mundo é capaz de viver perto de seu trabalho, mas seria possível planejarmos o uso do solo incentivando e facilitando a criação de bairros compactos, tranquilos, de uso misto, em vez de comunidades segregadas orientadas ao uso do automóvel. Quanto às viagens ao trabalho, são apenas um dos motivos de viagem: muitas outras são para destinos que poderiam ser encontrados na proximidade de nossas residências.

As ruas em áreas urbanizadas provavelmente sempre terão congestionamento. Nossas opções para aliviar isso são cada vez mais limitadas e caras. Se projetarmos nossas comunidades para fornecer uma parte maior de nossas necessidades sem dirigir, um número maior poderá optar por deixar o congestionamento.

Kent Strumpell é um membro do Conselho Diretor da Associação de Ciclistas de Los Angeles e um defensor de planejamento do transporte e da comunidade.

Claudio de Senna Frederico é consultor e entusiasta da nova mobilidade urbana.

Obras de mobilidade urbana do PAC deverão ter 100% dos serviços e 80% dos produtos de origem nacional

17/01/2013
A presidente Dilma Rousseff decretou que todos os serviços de mobilidade urbana nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) devem ser nacionais. Além disso, pelo menos 80% do valor gasto com produtos manufaturados devem ser empregados em materiais nacionais. O decreto nº 7.888, que trata do assunto, foi publicado no Diário Oficial da União e está em vigor.

A obrigatoriedade deve estar explicitada nos editais de licitação e contratos de execução das obras do PAC 2. Os produtos manufaturados que integram o decreto são materiais rodantes e sistemas embarcados, sistemas funcionais e de infraestrutura de vias e sistemas auxiliares de plataformas, estações e oficinas. Esses itens serão detalhados em portaria interministerial dos Ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O decreto prevê, no entanto, que a União e as entidades da administração federal indireta poderão, por ato específico do Ministério do Planejamento, ser poupadas da obrigatoriedade. O descumprimento da legislação pelos estados e municípios poderão levar ao não recebimento das parcelas previstas e suspensão do saque até a regularização.
Fonte: Agência Brasil

MGE/Progress Rail fará locomotivas para CBTU Natal

A MGE Equipamentos e Serviços Ferroviários, que faz parte da Progress Rail, fornecerá duas locomotivas diesel para a CBTU de Natal. As máquinas serão usadas no transporte de passageiros do sistema diesel da capital do Rio Grande do Norte.

As locomotivas serão modelo PR7B, com motor diesel Caterpillar e sistema microprocessado da Zeit. As máquinas serão fabricadas na unidade de Hortolândia (SP).
A concorrência foi por Regime Diferenciado de Contratação (RDC). As máquinas serão entregues 15 meses após a assinatura do contrato.

Natal conta com duas linhas, com 56,2 quilômetros, onde funcionam trens diesel. O trecho será compartilhado com os 12 Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs) que serão fornecidos pela Bom Sinal, a partir de 2014.

O resultado da licitação foi divulgado pela CBTU no começo de dezembro, após avaliação de recurso apresentado pela EIF Engenharia e Investimentos Ferroviários, outra participante da concorrência.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

CBTU-Maceió recebe o último VLT



08/01/2013

Durante essa semana, a CBTU Regional Maceió recebeu a última das oito composições do VLT contratadas pela empresa BOM SINAL. Como aconteceu com as demais, elas passarão por uma série de testes antes de entrar em operação.

Conforme as composições que estão circulando, o oitavo VLT será submetido a testes de frenagem, velocidade e estabilidade, devendo incorporar às outras unidades no começo do mês de fevereiro. Então, com todas em operação e os trens a Diesel, a Companhia estudará a viabilidade de aumentar o número de viagens entre as estações Maceió e Lourenço de Albuquerque. A CBTU-Maceió comemorou durante o mês de outubro do ano passado, o transporte recorde de mais de 200 mil passageiros.


Na foto abaixo vê-se uma composição antiga do sistema de Maceió parada na estação de Fernão Velho. Esta composição é formada por carros de passageiros tipo piedner, tracionada por locomotiva diesel fabricada na década de 50 do século XX.


CBTU

Metrô de Recife terá novos trens ainda este mês



21/01/2013 - Diário de Pernambuco

O primeiro dos 15 novos trens do Metrô e quatro dos sete Veículos Leve Sobre Trilhos (VLTs) adquiridos pelo Estado irão entrar em funcionamento até o fim de janeiro. Os veículos estão sendo adquiridos de forma gradativa e devem chegar em pacotes de dois a cada mês, a partir de março. A nova frota irá somar-se aos 25 trens que já circulam entre as Linhas Centro e Sul do metrô. A rede atualmente atende a cerca de 280 mil passageiros.

O primeiro dos trens chegou ao Recife há cerca de dois meses e está em fase de testes. “Os testes são realizados à noite, no período em que o metrô não está operando. Depois dessa etapa, todos os requisitos levantados são levados em consideração para que seja feita uma análise dos resultados. Essa bateria de testes é necessária para que os trens tenham o melhor desempenho possível”, afirma o o assessor da superintendência da CBTU, Leonardo Brandão. O veículo possui vagões interligados, sistema de refrigeração, TV e intercomunicador.

Com investimento total de R$ 196 milhões e capacidade para transportar até 1,2 mil passageiros, os novos trens vão aumentar o número de usuários por dia quando começarem a operar regularmente e reduzir o tempo de viagem.

Estado do RJ muda projeto do metrô em Ipanema

27/01/2013 - O Globo

Cercado de polêmica, o projeto de construção da estação de metrô da Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, sofreu modificações que, na versão final, vão alterar a circulação de usuários no bairro. As entradas foram mantidas fora dos limites das grades. Mas os dois acessos, que inicialmente ficariam ao lado dos portões das ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá, foram deslocados. Com as mudanças, eles ficarão nas esquinas da Visconde de Pirajá com as ruas Maria Quitéria e Joana Angélica. As alterações também melhoraram o destino da árvore mais antiga da praça: uma figueira de 12 metros de altura e quase um século de idade, que estava condenada pelas obras — pois não poderia ser replantada — não será mais removida.

A necessidade de retirar outras árvores da praça, porém, continua. Mas, em lugar de 113 espécimes do projeto original, agora serão removidas 77, que serão replantadas no mesmo local após as obras. O pequeno lago da praça também será poupado.
Apesar da mudança, polêmica continua

As alterações no projeto, no entanto, não foram suficientes para acabar com a polêmica no bairro. A presidente da Associação de Moradores de Ipanema, Maria Amélia Fernandes Loureiro, que já era favorável à versão anterior do projeto, elogiou as mudanças. Mas a coordenadora do Projeto de Segurança de Ipanema, Ignez Barreto, voltou a defender ontem que as estações sejam retiradas de vez dos limites da Praça Nossa Senhora da Paz.

— A nova proposta é melhor, porque as entradas ficarão mais afastadas dos portões da praça. Isso ajudará na organização da circulação de pedestres no entorno. A chegada dos usuários do metrô será mais dispersa, facilitando o deslocamento daqueles que querem aproveitar a Praça Nossa Senhora da Paz como área de lazer — disse Maria Amélia.

Ela acrescentou, no entanto, que a entidade continuará a brigar para que, no futuro, o governo do estado invista na ampliação de outras ligações de metrô entre Barra e Zona Sul. No projeto da Linha 4 (Jardim Oceânico-General Osório), a estação Gávea foi projetada em dois níveis, para permitir a implantação de linhas independentes em direção ao Centro, passando por Jardim Botânico e Humaitá. Mas ainda não há data para saírem do papel.

Ignez Barreto, por sua vez, reclama que a principal demanda da entidade não foi atendida: transferir os acessos para o outro lado da Rua Visconde de Pirajá.

— A expectativa é que 47 mil pessoas usem a estação diariamente. Mesmo com as mudanças, os acessos do metrô ficarão próximos a duas entradas secundárias da praça. Ou seja, muita gente continuará a usar a praça apenas de passagem, interferindo na qualidade da Nossa Senhora da Paz como área de lazer — disse Ignez.

A coordenadora do Projeto Segurança de Ipanema lembrou ainda que um grupo de moradores entrou na Justiça contra o método adotado pelo estado para construir a estação. Eles são contra também a remoção de árvores, mesmo que de forma provisória. No fim do ano passado, chegaram a conseguir uma liminar para paralisar as obras, mas o governo do estado recorreu à presidência do Tribunal de Justiça (TJ). O estado afirmou ontem que a liminar foi parcialmente revogada e que o TJ autorizou as obras, desde que elas não impeçam uma perícia judicial na área.

O subsecretário da Casa Civil, Rodrigo Vieira, explicou que a concepção inicial da entrada das estações tomava como base uma proposta conceitual. Ao detalhar os projetos, o Consórcio Rio-Barra reorganizou as áreas técnicas da estação. Isso permitiu reduzir em 860 metros quadrados (15% do total) a área a ser escavada na praça.

Rodrigo disse que o prazo para a conclusão das seis novas estações do metrô (Jardim Oceânico, São Conrado, Gávea, Antero de Quental, Praça Nossa Senhora da Paz e Jardim de Alah) está mantido para dezembro de 2015. Nos primeiros meses de 2016, os trens começam a operar em fase experimental. O compromisso de iniciar a operação comercial em meados do mesmo ano, antes dos Jogos Olímpicos (que serão em agosto), não foi alterado.

No caso da estação da Gávea, o projeto entra numa nova fase a partir de segunda-feira. Técnicos do consórcio começam a vistoriar os imóveis no entorno da futura estação. Entre os prédios que serão inspecionados, está o conjunto Marquês de São Vicente (Minhocão).
Os primeiros a serem visitados são os da Travessa Madre Jacinta. A expectativa é que as escavações não causem danos ao entorno, mas as inspeções permitirão comparar as condições dos móveis antes e depois das obras do metrô.

As intervenções no bairro terão dois canteiros. O primeiro, para abrir uma nova frente de escavações dos túneis que ligarão a Zona Sul ao Jardim Oceânico, fica no campo de futebol da PUC e já começou a ser instalado. O segundo, para construção da estação no estacionamento da PUC, só será implantado no segundo semestre deste ano. Antes disso, o consórcio construirá uma nova sede para a incubadora de empresas da PUC, já que as instalações atuais terão que ser demolidas por causa das obras.

500 dias para a Copa do Mundo: veja a situação das obras nas 12 subsedes do Mundial

28.01.2013| 15:38
O Brasil chega nesta segunda-feira a 500 dias para a Copa do Mundo longe da eficiência obtida pela Alemanha ao organizar o Mundial de 2006 e próximo à realidade da África do Sul rumo a 2010. Problemas com obras de infraestrutura e atrasos na entrega de estádio foram uma constante entre os africanos.

A 500 dias do Mundial de 2010, quatro estádios que seriam usados na Copa das Confederações deveriam estar prontos, mas só as instalações de Johanesburgo e Bloemfontein foram concluídas. O Brasil construiu apenas um cenário pior.

Apenas dois estádios, Mineirão (MG), e Castelão (CE) foram entregues. Os demais para a Copa das Confederações - Maracanã (RJ), Mané Garrincha (BR), Fonte Nova (BA) e Recife (PE) - seguem em trabalho de conclusão.

As semelhanças entre os brasileiros e africanos são constantes até nos discursos de seus representantes. Na última quinta-feira, o ministro do esporte, Aldo Rebelo, declarou que os aumentos nos orçamentos da Copa podem ser creditados a reajustes nos preços de matéria-prima, serviços e mão de obra.

- Um grande aumento nos custos de construção contribuiu de maneira importante para os reajustes no orçamento - disse o CEO do Comitê da Copa da África do Sul, Danny Jordaan, ao festejar os 500 dias do início do Mundial.

As incertezas quanto à obras de mobilidade urbana também estiveram presente na África do Sul. No Brasil, a dúvida persiste e a falta de tempo para executar os projetos fez alguns serem cancelados. E a exemplo da África, os aeroportos caminham para se tornarem um dos maiores problemas do Brasil. Em 2010, na semifinal entre Alemanha e Espanha, em Durban, o aeroporto não conseguiu fazer todos os pousos previstos.

Outra realidade:

Ao contrário de Brasil e África do Sul, a Alemanha se tornou um exemplo de organização. A 500 dias do Mundial-2006, o país germânico estava dentro do cronograma. E, em alguns casos, adiantado. Um exemplo foram os 370 quilômetros de estradas projetados para a realização da Copa que, em janeiro de 2005, já estavam prontos. A eficiência alemã se estendeu aos estádios. Dos 12 que seriam utilizados, seis estavam concluídos.
Veja a situação dos nossos estádios:

Arena Amazônica - Manaus-AM: O estádio de Manaus, foi um dos últimos a iniciar sua construção. A Arena está com 50% de seu cronograma concluído. Entrega em dezembro.

* Mobilidade urbana - A cidade ambicionava construir o monotrilho, mas foi cancelado.

* Consequencias - Sem o monotrilho, Manaus ficou sem obra de mobilidade para a Copa-2014.

* Aeroporto - Reforma e ampliação do terminal de passageiros em andamento, a R$ 394 milhões.

* Porto - Restauração, adequação e modernização, a um custo de R$ 89,4 milhões.
Arena Pantanal - Cuiabá-MT:
O estádio de Cuiabá está com as obras atrasadas. Com 55% de conclusão, estádio será entregue em outubro. Arena terá 17 mil assentos temporários.

 * Mobilidade urbana - São três obras. Houve indícios de irregularidades na licitação do VLT.

* Custo e andamento - VLT custará R$ 1,44 bilhão, com 6,4% de execução; Total de R$ 1,6 bi.

* Aeroporto - Área de desembarque problemática. Ampliação em andamento.

* Custo - Investimento previsto de R$ 88,4 milhões. Constução de estacionamento também prevista.

Estádio Nacional - Brasília-DF: O estádio de Brasília, que será o placo da abertura da Copa das Confederações, a entrega da obra acontecerá em abril. Cronograma está com 87% de conclusão.

* Mobilidade - Após o cancelamento do VLT, há apenas uma obra de mobilidade urbana.

* Custo - Ainda não iniciada, a melhoria do acesso ao aeroporto deve custar R$ 103,5 milhões.

* Aeroporto - Módulo operacional feito e reforma no terminal de passageiros em andamento.

* Custo - Está sob concessão. Investimento privado para ampliação estimado em R$ 642,2 milhões.
Mineirão - Belo Horizonte-MG
: Já inaugurado, estádio custou R$ 695 milhões, com a esplanada no entorno. Mineirão terá capacidade para 64 mil torcedores.

* Mobilidade urbana - Nove obras em andamento, três delas são BRTs.

* Custo estimado - R$ 1,4 bilhão. A mais cara é a do BRT Antônio Carlos/Pedro I, de R$ 588,2 mi.

* Aeroporto de Confins - Reforma e ampliação do terminal de passageiros em andamento.

* Custo e execução da obra - R$ 239,7 milhões e 16,8% de reforma executada em novembro/2012.
Beira-Rio - Porto Alegre-RS
: Reforma consumirá R$ 330 milhões. Demora na assinatura do contrato com a construtora atrasou a obra. Conclusão em dezembro de 2013.

* Mobilidade urbana - Ao todo serão 11 obras, desde acesso ao Beira-Rio a BRTs.

* Custo - Todas as obras, a maioria em andamento, sairão a R$ 922 milhões.

* Aeroporto - Ampliação do terminal de passageiros e pátio não iniciadas.

* Custo - Custo previsto de R$ 345,8 milhões. A licitação deve ser concluída em fevereiro.

Arena da Baixada - Curitiba-PR: Orçada em R$ 234 mi, estádio do Atlético teve dificuldade no financiamento. Com 55% de conclusão, entrega deverá ser em julho de 2013.

* Mobilidade urbana - São oito obras ao todo, sendo que duas ainda estão sendo licitadas.

* Custo - Total de R$ 457 milhões. Corredor Aeroporto/Rodoviária - R$ 167,3 mi - é a mais cara.

* Aeroporto - Terminal de passageiros e pátio serão ampliados e restauração da pista.

* Custo - As três obras custarão R$ 85 milhões. Só a restauração da pista de pouso está concluída.
Arena Corinthians - São Paulo-SP
: Palco da abertura da Copa-2014, obra foi orçada em R$ 820 milhões. Cobertura começou a ser instalada. Entrega em dezembro de 2013.

* Mobilidade urbana - A linha ouro do metrô foi cancelada. Uma obra para o entorno do estádio.

* Custo - Com apenas 1% de execução, intervenções viárias sairão a R$ 318 milhões.

* Aeroporto - Concessão dos aeroportos de Garulhos e Viracopos não foram concluídas.

* Porto - Realinhamento do cais para atração de navios de cruzeiros em Santos, a R$ 235 milhões.
Arena Castelão - Fortaleza-CE:
Primeiro estádio a ser inaugurado, o Castelão custou R$ 518, 6 milhões. Arena foi concessionada por um período de oito anos.

* Mobilidade urbana - Brigas políticas atrasaram as licitações. São seis obras ao todo.

* Custo e andamento - R$ 570 milhões. O BRT Alberto Craveiro é o mais adiantado com 21%.

* Aeroporto - Ampliação do terminal de passageiros em andamento, a R$ 196 milhões.

* Porto - Implantação de terminal de passageiros e obras internas de pavimentação, a R$ 149 milhões.
Arena das Dunas - Natal-RN:
  Estádio foi o último a ser iniciado. Obra custará R$ 417 milhões e previsão de entrega é para dezembro de 2013. Cronograma em 50%.

* Mobilidade urbana - São três obras, sendo que duas não foram iniciadas.

* Custo e andamento - Total de R$ 440 milhões. A mais cara é o Corredor Estruturante, a R$ 338,8 milhões.

* Aeroporto - Novo aeroporto em São Gonçalo do Amarante, sob concessão, a R$ 383,4 milhões.

* Porto - Construção do terminal de passageiros e ampliação do cais. Custará R$ 53,7 milhões.
Arena Pernambuco - Recife-PE:
Após aumento de efetivo e aceleração na obra, estádio garantiu lugar na Copa das Confederações. Inauguração em abril de 2013.

* Mobilidade urbana -São sete obras, sendo as mais importantes as que ligam a São Lourenço.

* Custo e andamento - R$ 891 milhões. O governo prometeu entregar a BR-408 para Copa das Confederações.

* Aeroporto - Obra da torre de controle não iniciada, a um custo de R$ 18,5 milhões.

* Porto - Construção de nova área para terminal de passageiro, a R$ 28,1 milhões, em andamento.
Arena Fonte Nova - Salvador-BA
: Ao custo de R$ 591,7 mi, estádio está com 90% do seu cronograma concluído. Com 55 mil lugares, 5 mil serão de assentos removíveis.

* Mobilidade urbana - São apenas duas obras previstas de entorno, já que o metrô não saiu.

* Custo e andamento - Ambas estão em andamento, a um total de R$ 20 milhões.

* Aeroporto - Reforma do terminal de passageiros, ampliação do pátio e obra na torre de controle.

* Porto - Construção de terminal, estacionamento e urbanização em andamento a R$ 36 milhões.
Maracanã - Rio de Janeiro-R
J: Estádio sofreu seguidos atrasos e a  entrega deverá ser em abril. Içamento de estrutura metálica em curso.

* Custo total:R$ 882 milhões.

* Mobilidade urbana - São três obras. Uma delas ainda está sendo projetada.

* Custo e andamento -O BRT Transcarioca, que liga o aeroporto à Barra da Tijuca é o mais caro: R$ 1,88 bilhão.

* Aeroporto -Reforma do terminal de passageiros 1 e 2 e recuperação dos pátios a R$ 813 milhões.

* Porto - Construção do pier em formato de Y. Em licitação. Custo estimado a R$ 91 milhões.