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sábado, 16 de maio de 2020

Tecnologia será fundamental para o transporte coletivo quando o desconfinamento chegar


Os desafios do transporte público coletivo serão enormes no pós-pandemia do coronavírus. Quando a crise sanitária diminuir e o isolamemnto social começar a ser aliviado é que a conta chegará para o setor ainda maior do que a paga atualmente, em plena crise sanitária. O resgate da demanda de passageiros – que caiu em mais de 80% na maioria dos sistemas, seja sobre pneus ou trilhos – será o objeto de desejo de todos. E, se essa busca já era árdua antes do novo vírus aparecer, ficará ainda mais dura com uma sociedade temerosa de se contaminar nos ônibus e metrôs. Nessa guerra que se projeta num futuro breve, a tecnologia será uma arma imprescindível e que, com certeza, fará toda a diferença na sobrevida de muitos sistemas.
É preciso a busca contínua por tecnologia e redução da tarifa. Essa é a principal lição para o setor de transporte para os dias seguintes à pandemia
Jean Carlos Pejo, secretário geral da Associação Latino-Americana de Estradas de Ferro (ALAF) e ex-secretário Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos (SEMOB)
Na verdade, quem opera ou gerencia o transporte coletivo sabe essa lição há muito tempo. Talvez, não a exercite por falta de visão e/ou de recursos, mas todos do setor têm conhecimento da importância e do diferencial que a tecnologia proporciona aos sistemas de transporte. O crescimento da mobilidade por aplicativo, por exemplo, está aí para confirmar esse raciocínio. Como muito gente já tem dito, partiremos para uma nova era pós-coronavírus. E quanto mais inovação for oferecida, maiores as chances de o passageiro retornar aos modais coletivo. Operadores de ônibus e metrôs terão que implementar novas tecnologias que tornem os sistemas eficientes o suficiente para atrair os passageiros de volta. Se essa necessidade já era gritante na pré-pandemia, agora ela terá que estar associada à imagem de organização, higiene e respeito – dentro do possível, é claro – às regras sanitárias estabelecidas pela crise do
coronavírus.
Em Pernambuco, uso de máscaras no transporte público ainda não é obrigatório para passageiros
A tecnologia a que nos referimos começa com novas técnicas de higienização de metrôs e ônibus – como o robô que emite luz ultravioleta e pode eliminar 100% dos vírus nos trens em uma só aplicação que vem sendo testado no Metrô de São Paulo -, passa pela adoção e ampliação do pagamento eletrônico das passagens, pelo ordenamento e disciplinamento do embarque dos usuários, até chegar nos sistemas modernos que indiquem e controlem a lotação de metrôs e ônibus, por exemplo. O tema, entretanto, pode assustar muitos operadores e gestores públicos, completamente atordoados com o prejuízo que o transporte coletivo vem amargando devido à crise do coronavírus – R$ 2,5 bilhões por mês nos sistemas de ônibus e R$ 1 bilhão nos metroferroviários. Mas ele é urgente e se faz necessário para ontem.
Entre os operadores e estudiosos do setor, o transporte sobre trilhos deverá levar vantagem nessa corrida porque já são tecnológicos por essência. Alguns sistemas são mais do que outros, é claro, mas todos têm operações controladas pela tecnologia. O desafio será maior para o transporte por ônibus. Esses mesmos profissionais, entretanto, alertam que, mesmo com investimentos em tecnologia e inovação, a natureza do transporte de média e alta capacidade – que é o caso dos ônibus urbanos, metrôs e trens – é limitadora por si só. Ou seja, por mais que os operadores e gestores inovem, os sistemas terão que transportar muitos passageiros juntos. Caso contrário, não têm sentido de existir e não suportarão o custo.
O futuro incerto do transporte público no pós-pandemia
“Teremos que ter a tecnologia, sem dúvida, para inovar e limitar. E sabemos que o dia seguinte será muito, muito difícil. Mas tecnicamente será impossível impedir o transporte das pessoas ou adequá-lo às rígidas exigências sanitárias. Se não poderemos transportar 30/40 mil pessoas por hora, por corredor, não há necessidade de ter um sistema desse porte. Se for para ele operar vazio, o custo ficará inviável. Até porque o conceito dele é de média e alta capacidade”, alerta o presidente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), Joubert Flores.
A digitalização é fundamental e necessária. Aumentar eficiências das linhas e reduzir intervalos
Joubert Flores, ANPTrilhos
Joubert, assim como Marcus Quintella, coordenador do Centro de Estudos em Transportes e Logística da Fundação Getulio Vargas – FGV Transportes, alerta que o pós-pandemia deve ser o momento ideal para mudar paradigmas no setor de transporte coletivo, estimulando a integração de sistemas e, principalmente, buscando fontes de financiamento para o transporte público – com destaque para a taxação do transporte individual para custear o coletivo. “É inviável achar que, no pós-pandemia, nós vamos conseguir andar em ônibus e metrôs vazios. Não temos uma bala de prata para resolver esse problema. Por isso, acredito que a volta da demanda será gradativa. Começará pequena, mas lentamente vai retornando. Mas não teremos como evitar, por exemplo, aglomerações nas plataformas de metrô. O que vai ser importante é manter a higienização dos veículos e, principalmente, a educação da população para que use máscaras e mantenha as
etiquetas de saúde”, analisa Marcus Quintella.
EXEMPLOS DE TECNOLOGIA PARA O TRANSPORTE COLETIVO
SISTEMA QUE INDICA LOTAÇÃO DOS TRENS
A Linha 4 – Amarela do Metrô de São Paulo, operada pela ViaQuatro, do Grupo CCR, conta com monitores nas plataformas que informam o nível de lotação das composições, especificamente de cada carro do próximo trem. A tecnologia, que a CCR garante ser inédita em metrôs do mundo, é oferecida através de um software que monitora o peso dos carros do trem, gera a informação em tempo real e indica ao passageiro onde há mais espaço para embarcar. A ViaQuatro levou três anos para desenvolver a ferramenta com o objetivo de tornar o embarque e o desembarque ainda mais rápidos e seguros e a viagem mais confortável.
Como funciona: O monitor exibe o desenho do trem que, no caso da Linha 4-Amarela, tem seis carros. Por meio de um sistema de sinalização de cores – semelhante às de um sinal de trânsito -, o passageiro identifica o nível de ocupação: verde para baixo nível de lotação, amarela para médio e vermelho para alto nível de ocupação. Para orientar o passageiro a localizar o carro mais vazio, as portas das plataformas são identificadas por cores e números.
CRONÔMETROS NAS PLATAFORMAS
Outra tecnologia que é fundamental para o transporte público e será ainda mais no pós-pandemia, também utilizada na Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, é o cronômetro de embarque. Os passageiros conseguem saber exatamente quando irão embarcar no próximo trem. Os monitores de vídeo indicam quantos segundos faltam para o trem chegar às estações intermediárias (ao longo da linha) e o tempo para a partida, no caso das estações terminais.
A ferramenta inédita foi inteiramente desenvolvida pelos colaboradores da ViaQuatro, que, até o momento, é a única operadora de transporte sobre trilhos no Brasil a oferecer este serviço. A previsão do horário de chegada somente é possível graças ao moderno sistema de sinalização automática CBTC, utilizado pela ViaQuatro. Algumas linhas de metrô do mundo têm o mesmo serviço porque também têm sistemas automáticos semelhantes.
PORTAS DE PLATAFORMA
As portas de plataforma, equipamento utilizado pela Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, é mais uma tecnologia que pode colaborar bastante com a boa imagem e a eficiência dos sistemas de transporte público – no caso os metroviários. As divisórias de vidro separam a plataforma dos trilhos em todas as estações, oferecendo segurança aos passageiros que aguardam o embarque e otimizando a operação. Na América Latina, a Linha 4-Amarela foi pioneira na instalação desses equipamentos, que também evitam a queda de objetos nos trilhos e, consequentemente, as interrupções nas viagens.
A abertura e o fechamento das portas são operados de forma automática pelo sistema de sinalização CBTC. O sistema é tão preciso que as divisórias só são abertas no momento em que as portas dos trens também se abrem, exatamente no ponto de embarque e desembarque de passageiros. Enquanto o trem não chega à plataforma, as portas ficam fechadas. Assim, a barreira criada pelo equipamento também reduz o nível de ruído nas plataformas. Atualmente, o sistema de portas de plataforma é utilizado nas linhas de metrô mais modernas do mundo, como as de Tóquio (Japão), Barcelona (Espanha), Paris (França), Hong Kong (China), Cingapura (República de Cingapura) e Seul (Coreia do Sul).
MEDIÇÃO DE TEMPERATURA
A medição de temperatura por câmeras já está sendo adotada em alguns sistemas de transporte coletivo do mundo e até do País. E podem ser uma ferramenta extremamente necessária para resgatar a demanda de passageiros quando a crise do coronavírus passar. Na Bahia, o governo do Estado anunciou que iria instalar em breve equipamentos do tipo no metrô de Salvador. Os passageiros considerados febris não poderão embarcar devido ao risco de contaminação. As câmeras conseguem medir a temperatura de diversas pessoas ao mesmo tempo.
Para garantir a eficiência do bloqueio na prática, a promessa do governo baiano é que uma equipe de saúde ficará na retaguarda para orientar os passageiros do Metrô Bahia a procurarem orientação médica, já que poderão estar com a covid-19 ou outra doença. Na China, por exemplo, as câmeras foram utilizadas em diversos sistemas de transporte.
PAGAMENTO ELETRÔNICO DA TARIFA
Uma das medidas mais populares de prevenção à propagação da covid-19 é a proibição das vendas de passagem em dinheiro nos ônibus, como ainda é comum na maioria dos sistemas brasileiros. A partir de agora e mais do que nunca, é fundamental que haja um estímulo para que as passagens sejam compradas por aplicativos, via QRCode, nas estações e paradas do transporte público. Medidas do tipo foram ampliadas em cidades como Berlim (Alemanha), Barcelona (Espanha), Auckland (Nova Zelândia) e Jakarta (Indonésia) para evitar a proximidade entre passageiros e funcionários. Essas são algumas das iniciativas mostradas no documento “Transporte público e COVID-19”, elaborado pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV) e que reúne ações realizadas para proteger o transporte público durante a crise do coronavírus.
Segundo a publicação, em Auckland, os passageiros que tentam pagar com dinheiro recebem um Smartcard grátis para ser utilizado nas próximas viagens. Em Jakarta, o sistema de pagamento sem dinheiro foi implementado em todas as paradas do TransJakarta. Já no Estado de New South Wales, na Austrália, foram os motoristas que pararam de aceitar o pagamento em dinheiro alegando o direito legal de interromper práticas de trabalho inseguras.
Além de os motoristas não aceitarem dinheiro, em Berlim e Barcelona o embarque de passageiros passou a ser feito apenas pelas portas traseiras. Já na Suíça, foram implementadas “barreiras” temporárias com fitas adesivas para evitar o contato próximo entre passageiros e funcionários.
TÚNEIS DE DESINFECÇÃO
Muitos sistemas do mundo já estão fazendo uso de inovações tecnológicas e sanitárias para tentar miminizar as possibilidades de contágio. No Brasil, apenas alguns. Depois de testar o uso de raios ultravioletas para higienizar os vagões, o Metrô de São Paulo e a CPTM (trens metropolitanos) começaram a oferecer cabines de descontaminação para os passageiros. O equipamento funciona com sensores de movimento que borrifam uma solução antisséptica composta por cloredixina nos passageiros que passam pelas tendas.
Por enquanto, existem apenas duas cabines instaladas na Estação Tatuapé, mas a Secretaria dos transportes Metropolitanos (STM) promete ampliar o número para 25 nos próximos dias. A ação é feita em parceria com a empresa Neobrax, especializada na produção da cloredixina. Para fazer a higienização, é necessário que o passageiro permaneça na cabine por apenas quatro segundos. O efeito dura quatro horas e, de acordo com a Neobrax, a cloredixina não irrita a pele e não precisa ser eliminada por enxágue.
No Rio de Janeiro, a prefeitura iniciou em 20 de abril um processo de instalação de cabines de desinfecção em pontos como a Central do Brasil, estações do MetrôRio, barcas e do BRT, começando pelo hospital de campanha do Riocentro. Na cabine são ativados dispositivos que pulverizam um produto chamado Atomic 70, desenvolvido por laboratório de São Paulo e certificado pela Anvisa.
ORGANIZADOR DE FILAS E CONTROLE DE DEMANDA NOS VEÍCULOS
Novas tecnologias que garantam a organização de filas para embarque nos coletivos e que forçem os passageiros a respeitar uma distância razoável entre si terão que ser pensadas pelo setor de transporte coletivo urgentemente. O mesmo vale para o controle de embarque de pessoas num ônibus ou vagão de metrô, por exemplo. Sejam guias indicativas para serem instaladas nos terminais de ônibus e plataformas de metrô ou alarmes que soem quando a lotação pré-determinada desses veículos for atingida, por exemplo. Serão formas de garantir a ocupação razoável dos veículos, evitando a superlotação do transporte e, assim, minimizando a resistência de parte da população em retornar aos modais de mobilidade coletiva.
HIGIENIZAÇÃO PERMANENTE E TECNOLÓGICA
A higienização dos veículos terá que virar um mantra na vida dos operadores. Será fundamental para a imagem do setor. E nessa busca, vale da adoção de medidas simples às tecnológicas. Entre elas, o uso obrigatório de máscaras por todos, inclusive no pós-pandemia, e o uso de inovação no processo de limpeza. Xangai e Hong Kong chamaram atenção e São Paulo está reproduzindo em teste a higienização com luzes ultravioletas para desinfetar ônibus e metrôs, processo que leva de 5 a 7 minutos e mata mais de 99,9% dos vírus. As soluções básicas, entretanto, não podem ser esquecidas. Como a desinfecção diária dos filtros de ar dos coletivos e metrôs, a sanitização dos escritórios, salas de reunião, refeitórios, elevadores e escadas rolantes – estes dois últimos limpos, em alguns lugares, de hora em hora.
06/05/2020 – Jornal do Commércio


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Holanda anuncia 100% de seus trens movidos com energia do vento

12/01/2017 - Esse mundo é nosso

A Holanda anunciou que desde o começo desse ano 100% de seus trens são movidos com energia eólica, ou seja, proveniente do vento. A previsão era de que a meta fosse alcançada em janeiro de 2018, mas o marco foi antecipado.

“De fato alcançamos nossa meta um ano antes que o planejado”, garantiu Ton Boon, porta voz da NS, companhia ferroviária nacional. Segundo ele, isso foi possível graças ao aumento do número de parques eólicos na costa dos Países Baixos.

A partir de agora, uma média de 600 mil passageiros são transportados diariamente única e exclusivamente graças à energia do vento. A NS opera cerca de 5.500 trens por dia.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Metrô-DF terá primeira estação com captação de energia solar da América Latina

15/12/2016Notícias do Setor ANPTrilhos         

A Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) publicou, nesta quinta-feira (14), no Diário Oficial do Distrito Federal, edital de licitação para compra de equipamentos com montagem e instalação de Sistema de Energia Solar Fotovoltaica (SESFV) na Estação Guariroba, em Ceilândia. Será a primeira estação de Metrô na América Latina totalmente sustentável, com placas fotovoltaicas – que convertem a luz solar em energia elétrica. Outras estações de metrô no mundo que já têm placas fotovoltaicas: Milão, Nova Iorque e Nova Deli.

O Metrô planeja a inauguração da primeira estação com placas fotovoltaicas para o primeiro semestre de 2017, como parte de uma ação do Programa Metrô Sustentável, lançado em abril do ano passado pelo governador Rodrigo Rollemberg.

“A Estação Guariroba será a quarta no mundo totalmente autossuficiente em termos de energia elétrica, e Brasília se torna um exemplo na América Latina. Também será um espaço para que estudantes de várias universidades do DF e de outras unidades da federação possam acompanhar e estudar o funcionamento dessa estação, a primeira ambientalmente sustentável do Distrito Federal”, afirmou o presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado.

A implantação de um projeto piloto de minigeração de energia limpa com fontes de recursos naturais renováveis pretende diversificar a matriz energética da Companhia e servirá para subsidiar novas implantações em outras unidades operacionais do Metrô-DF, aumentando assim a participação de fontes alternativas e limpas para a operação metroviária. A energia captada servirá para abastecer a plataforma, bilheteria, mas não os trens.

As placas em Guariroba aproveitam a energia gerada pelo sol em complementação aos sistemas tradicionais de geração de energia elétrica, especialmente as usinas hidrelétricas e termelétricas, o que reduzirá, a médio prazo, os custos de energia elétrica.

Metrô Sustentável – O Programa Metrô Sustentável foi elaborado de acordo com as diretrizes do Programa de governo local e federal e estabelece metas e prazos para execução de ações com viés social, sustentável, econômico e educativo. A ideia é lançar projetos para utilização de energias renováveis no sistema metroferroviário; implantar a Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P; conscientizar usuários e empregados quanto ao uso racional dos recursos naturais e consumo consciente, entre outros.

Serviço:
Contratação de empresa Aquisição de Equipamentos com Montagem e Instalação de Sistema de Energia Solar Fotovoltaica – SESFV na Estação Guariroba do METRÔ-DF.
Data e hora da abertura das propostas: 18/01/2017, às 10h
Local: Comprasnet (www.comprasgovernamentais.gov.br)


14/12/2016 – Metrô-DF

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Sistema contra fraude ativo em 3.400 ônibus

Frota toda terá reconhecimento facial
04/11/2016 11:35:05
O DIA
Rio - A partir da próxima semana, os detentores de gratuidades nos ônibus começarão a ser chamados para prestar esclarecimentos caso o cartão do benefício seja usado por terceiros. A medida faz parte do sistema de reconhecimento facial determinado por lei estadual para coibir fraudes.
Câmera acoplada: desde 3 de outubro, 30 mil imagens foram feitas Divulgação
Cerca de 3.400 ônibus já receberam uma câmera acoplada no validador de cartões. Desde 3 de outubro, 30 mil imagens foram analisadas e aproximadamente 6.600 fraudes constatadas (22%): 74% envolviam gratuidade de idosos, 24% de estudantes da rede pública e 2% de Vale Social. A tecnologia deverá ser implantada nos 22 mil coletivos do estado até dezembro e, depois, nos outros modais.
Em caso de irregularidades, mensagens nos validadores orientarão o usuário a ir a uma loja da RioCard para se explicar em até cinco dias (estudantes) ou dez dias (vale social e idosos). Se não comparecer e for comprovado o uso indevido, o benefício será suspenso por 60 dias. Reincidentes estarão sujeitos ao cancelamento definitivo do benefício e a investigação policial. O uso do Bilhete Único por terceiros começará a ser fiscalizado a partir dos próximos meses.


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

São Paulo estimula start-ups a criarem soluções de mobilidade urbana

Henrique Medeiros (Mobile Time)

A cidade de São Paulo conta um hub de start-ups dedicadas a pensar soluções para a mobilidade urbana da capital paulista. É o Mobilab, o Laboratório de Mobilidade Urbana da Prefeitura da São Paulo, que reúne oito start-ups como residentes em sua sede e que contam com o apoio da SPTrans (empresa de transporte de ônibus de São Pauloe) da Secretaria Municipal de Trasportes (SMT).

Os projetos de cada uma das oito residentes foram apresentados ao público nesta segunda-feira, 17, no primeiro dia da Futurecom 2016, em São Paulo. Em um formato de pitch, eles mostraram suas ideias e os seus primeiros resultados para uma plateia formada por especialistas.

A Scipopulis apresentou um conceito de controle de gestão para a frota de ônibus com análise de dados e monitoramento. A plataforma, desenvolvida por quatro professores doutores de universidades paulistanas, já está sendo usada pela SPTrans em São Paulo e também nas capitais Montevidéu e Santiago.

Já a Onboard Mobility criou um serviço de pagamentos móveis que é útil para o passageiro. Por meio de seu app, o usuário substitui os cartões de transporte público pela tela do celular. Usando NFC, 3G, 4G ou Wi-Fi e cartão de crédito, o app Onboard pode funcionar em diversos lugares do mundo e consegue fazer conversão automática de moedas e dar informações sobre tarifas. 
    
Kolektivo e LogBee são duas empresas que trabalham com logística. A primeira relaciona pessoas que querem buscar e receber pacotes com preço mais em conta que os correios nas cidades de São Paulo e Campinas. A segunda se destaca por fazer entregas na capital paulista com motoristas autônomos. A MubMaps e a Woole, por sua vez, trazem conceitos para ajudar ciclistas a traçarem rotas na cidade.

Com foco nos motoristas, a Parknet mostra os melhores lugares para o condutor deixar seu carro. O app, que já teve mais de 1 mil downloads em suas primeiras semanas nas lojas de app, funciona com uma tecnologia de predição chamada de “Suzy”, que revela aos motoristas os melhores pontos para estacionar.

E para os pedestres a Beeline criou seu app que permite aos usuários traçarem rotas para andarem a pé. Eles podem compartilhar rotas dando indicações de quais caminhos são mais rápidos e tranquilos, além de ter opção para turistas desbravarem as cidades.

Além dos seus próprios projetos de aplicativos para ciclomobilidade, transporte público, logística, transporte individual e mobilidade a pé, o Mobilab conseguiu produzir tecnologias para uso da própria secretaria, como um painel com mapa de calor que provê informações de multas e reclamações para a SPTrans e um sistema que permitirá controlar o sistema de semáforos da capital, que até então não eram conectados.


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Alemanha vai proibir carros a combustão

14/10/2016
Os carros com motor à combustão têm os dias contados na Alemanha. O Conselho Federal do país aprovou, na última semana, uma resolução que proíbe a venda de veículos a diesel e a gasolina a partir de 2030 (no país, o álcool não é usado como combustível), segundo o portal de notícias “UOL”, com informações da revista alemã “Der Spiegel”.

A decisão foi tomada com o objetivo de atender a decisão de reduzir as emissões de poluentes determinadas, no fim de 2015, pelo Pacto Mundial sobre o Clima da Conferência de Paris.

O governo alemão investiu € 1,1 bilhão (R$ 3,8 bilhões) para subsidiar a compra de carros elétricos até 2019, para incentivar o processo de substituição dos carros a combustão, com subsídios de  € 4 mil (R$ 14 mil) para a compra de um carro elétrico e de € 3 mil (R$ 10 mil) para um híbrido.


A decisão proíbe a venda de veículos com motor a combustão a partir de 2030, mas a frota com esse combustível poderá rodar até 2050, portanto por mais vinte anos, quando, então, será proibido rodar com qualquer veículo a gasolina e diesel. A medida vai provocar grandes mudanças na sociedade alemã, pois inúmeras atividades e profissões serão simplesmente aniquiladas, enquanto outras surgirão. O compromisso do governo alemão é reduzir entre 80% e 95% a emissão de dióxido de carbono (CO2) até 2050

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Brasil está longe da rota global de novas tecnologias de mobilidade

26/09/2016 - Estadão
Apesar de ser palco de alguns testes de veículos elétricos/híbridos, e até mesmo de um caminhão autônomo previsto para o próximo ano, o Brasil está distante da rota internacional das novas tecnologias da mobilidade.

Com falta de infraestrutura em rodovias e avenidas das grandes cidades e, principalmente, em razão dos altos custos, o País deve manter, por um longo período, sua atual matriz energética voltada a veículos flex. “Há um grande movimento global pela digitalização e eletrificação, mas nossa realidade é diferente e, no momento, é melhor usar o que a agricultura nos oferece e a sobra do petróleo (gás) ”, diz o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes.

A Volvo iniciou em agosto testes com um ônibus elétrico em Curitiba (PR) em parceria com a prefeitura local. O veículo atende uma linha de cerca de 5 quilômetros e é abastecido em uma estação de recarga montada ao lado de um dos pontos para embarque de passageiros.

Sem espaço. Não há ainda previsão de mercado para ônibus elétricos no Brasil pois, na visão de vários executivos, o transporte no País ainda será voltado, por longo período, ao uso do diesel, inclusive feito de cana, e de biocombustíveis em geral. Na Europa, a expectativa é de que 70% do transporte público de passageiros seja feito por ônibus elétricos até 2030.

Por enquanto não estão definidos subsídios para a compra desse tipo de veículo por parte dos frotistas, a exemplo do que ocorre para automóveis. Só a Alemanha estabeleceu como meta ter uma frota de 2 milhões de veículos elétricos em menos de uma década.

A Volvo também trará ao Brasil, no ano que vem, protótipo similar ao caminhão sem motorista usado na mineradora da Suécia para operar em um canavial em local a ser definido. “Será um veículo assistido, comandado por um motorista, mas que pode tirar as mãos do volante em manobras que serão controladas via GPS”, diz Nilton Roeder, diretor da Volvo na América Latina.

Um dos objetivos, segundo Roeder, é que o veículo especial estabeleça um trajeto usado em todos os ciclos da colheita da cana, sem alterações. Normalmente, há uma perda de 4% a 5% do plantio porque os caminhões que percorrem as plantações passam por cima das mudas, destruindo-as.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Bondinhos do Pão de Açúcar agora são movidos a energia solar


Em Energia
16 set 2016
Trem, ônibus, carros menos poluentes… E por que não também o bondinho do Pão de Açúcar?

Um dos pontos turísticos mais conhecidos do Rio de Janeiro agora é movido a energia solar (o que poupará a emissão de aproximadamente seis toneladas de CO2 por ano).
Para o projeto sair do papel, foram implementadas 10 placas fotovoltaicas em uma parede vertical próxima ao bondinho, que inclusive são enxergados pelos visitantes do ponto turístico.
Uma parceria entre a Panasonic e a Alsol, a iniciativa foi um grande desafio por conta da topografia do local. Segundo Gustavo Malagoli, diretor técnico da Alsol, o fato do ambiente estar exposto à salinidade e altas cargas de vento exigiu grande rigor técnico e segurança na hora de implementar a ideia.


VLT do Rio de Janeiro será movido só por fontes de energia alternativas


02/09/2016 - Revista Época

O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do Rio de Janeiro passará a ser movido só por fontes de energia alternativas a partir de outubro: solar, eólica e de biomassa. Atualmente é movido por energia elétrica.

Inicialmente serão utilizados 1.153 MW médios por mês, subindo a 2.259 MW médios por mês em 2020, uma vez que novas estações entrarão em funcionamento. A energia será fornecida pela Engie, a mesma empresa responsável pelos projetos de luzes das festas de abertura e encerramento da Olimpíada. 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Carro Elétrico


Carro elétrico é mesmo alternativa para reduzir emissões?
02/08/2016 09:11 - Deutsche Welle
Emissão zero de CO2 e dos nocivos óxidos de nitrogênio, nenhum ruído, extrema facilidade de manuseio: as vantagens dos carros elétricos, comparados aos movidos a gasolina ou diesel, parecem indiscutíveis.
Esses veículos são também parte da estratégia do governo alemão para alcançar sua meta climática de reduzir em 40% as emissões de gases do efeito estufa, em relação a 1990. Para tal, até 2020 deveriam estar circulando pelas ruas da Alemanha 1 milhão de veículos movidos a eletricidade.
Só que a meta parece cada vez mais inalcançável. A quatro anos do fim do prazo estipulado, foram licenciados na Alemanha não mais do que 50 mil carros elétricos – cujo impacto positivo sobre o volume do CO2 é praticamente nulo.
Impacto ambiental das ruas para as usinas
No total, o balanço climático dos automóveis movidos a bateria, sob as condições atuais, é "semelhante ao dos veículos com motor a combustão, independentemente do tamanho", concluiu o Instituto de Pesquisa de Energia e Meio Ambiente (Ifeu), de Heidelberg, num estudo de 2011.
O principal motivo para isso é a transferência do impacto ambiental das ruas para as usinas, pois mais da metade da eletricidade consumida na Alemanha continua sendo gerada a partir de fontes fósseis e poluidoras, como carvão mineral e gás natural.
Pesquisas mostram que quem abastece seu carro elétrico com o mix de energia normal da Alemanha tem que percorrer 100 mil quilômetros até ser menos nocivo ao clima do que um automóvel convencional. Por sua vez, quem trafega exclusivamente com eletricidade de fontes renováveis já apresenta impacto climático zero após 30 mil quilômetros.
Baterias e metais antiecológicos
A fabricação de um veículo movido a eletricidade tampouco é um modelo de respeito ao meio ambiente, gerando o dobro de emissões de gases do efeito estufa que a produção de um com motor a combustão, segundo constatou o Instituto Fraunhofer de Física de Construção.
A principal responsável por isso é a bateria: o Ifeu calcula que cada quilowatt/hora de capacidade elétrica corresponde à emissão de 125 quilos de CO2. Assim, uma bateria de 22 kW/h, como a utilizada pelo BMW i3, por exemplo, implica emissões de quase três toneladas de dióxido de carbono.
Metais e terras raras, como cobre, cobalto e neodímio, estão entre os principais componentes das baterias automotivas. A extração dessas riquezas naturais em países como a China ou a República Democrática do Congo leva a um dano ambiental sistemático, com florestas tropicais desmatadas, rios poluídos e solos contaminados.
Acrescente-se a isso o fato de grande parte das carrocerias dos carros elétricos ser manufaturada com alumínio, metal leve cuja produção a partir do minério bauxita exige enorme consumo de energia.
Carros de "emissão zero" são álibi para as montadoras
O Instituto de Meio Ambiente e Prognósticos da Alemanha (UPI) adverte, ainda, que mais automóveis elétricos podem resultar em mais tráfego. Como exemplo é citada a Noruega, país com o maior número de veículos movidos a bateria em proporção ao número de habitantes. Segundo o UPI, a grande demanda por carros elétricos resultou numa queda de mais de 80% do uso de transportes públicos para a ida e volta do trabalho.
Nesse sentido, a ONG ambientalista Greenpeace recomenda que o transporte urbano seja feito com ônibus elétricos, em vez de subvencionar a compra de veículos elétricos pessoais. Em entrevista ao jornal alemão Die Welt, o especialista em mobilidade da organização ambientalista Daniel Moser afirmou que "10 mil ônibus elétricos rendem tanto quanto 1 milhão de carros".
Apesar dessas reservas, o governo e as montadoras da Alemanha continuam apostando no transporte individual, como prova a recente introdução de um bônus para a compra de veículos elétricos.
Do ponto de vista jurídico, apesar de suas emissões indiretas de CO2, os carros elétricos continuam sendo considerados "veículos de emissão zero". As consequências dessa forma de classificação são amplas. Como os novos valores-limite de CO2 impostos pela União Europeia se referem ao total da frota de um fabricante, ao construir carros elétricos teoricamente livres de CO2, as montadoras podem ultrapassar impunes os limites da UE com SUVs e outros utilitários pesados.
Esforços para reduzir a pegada ecológica
Cientistas e ambientalistas concordam que a eletromobilidade só será um modelo de sucesso se os valores-limite forem levados a sério e se, paralelamente, a substituição dos combustíveis fósseis por fontes renováveis seguir adiante. A meta de Berlim é que, até 2035, entre 55% e 60% da eletricidade alemã provenha de fontes renováveis, como vento, sol, água e biomassa.
Os automóveis movidos a eletricidade podem assumir um papel-chave para que essa meta seja alcançada. Um sistema inteligente de carregamento poderia reconhecer quando a incidência forte de sol ou vento gera excedentes de energia, e então abastecer o veículo com esse excedente. Se o carro não for movimentado em seguida, a bateria serviria como armazenador e poderia devolver a energia à rede em horas de calmaria ou após o pôr do sol.
E a tecnologia segue evoluindo. A cada nova geração, as baterias dos veículos ganham mais capacidade e precisam ser substituídas com menor frequência. Cientistas de diferentes universidades também desenvolvem métodos para reciclar baterias usadas. No futuro, todas essas iniciativas podem reduzir a pegada ecológica dos automóveis elétricos, transformando-os numa alternativa verdadeira.
Produção de veículo elétrico no Brasil ainda está distante, diz Anfavea
12/06/2016 10:02 - Folha de SP

A produção de carros elétricos no Brasil ainda é uma realidade distante, segundo Antonio Megale, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
"Hoje, não temos um programa sustentável de produção e vendas no país. O governo, para estimular o uso do carro elétrico, teria que conceder subsídios para diminuir o preço. Ainda é uma tecnologia muito cara", afirma.
Megale ressalta que, no mundo, há países com programas já consolidados para o uso do carro elétrico. "Por isso, acredito que em cinco ou sete anos a produção em escala desses veículos seja viável."
De acordo com a ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), desde 2014 foram vendidos no país cerca de 200 veículos puramente elétricos. Os carros híbridos —que combinam motor elétrico com outro a combustão— chegam a 1.800. Todos os modelos são importados.
Mas o preço deste tipo de carro ainda é alto, acima de R$ 100 mil. "Há a necessidade de reduzir o custo para o padrão nacional, de até R$ 90 mil, para que o veículo elétrico se torne acessível", afirma Ricardo Guggisberg, presidente executivo da ABVE.
"A indústria do veículo elétrico vem crescendo rapidamente no mundo inteiro, mas ainda tem uma participação pequena na indústria automotiva. As exigências governamentais para redução da emissão de poluentes têm estimulado o desenvolvimento desses veículos", afirma Henrique Canto, gerente da BMW.
"A bateria representa cerca de 50% do valor do veículo, mas à medida que são desenvolvidas novas tecnologias, as baterias vão se tornando mais eficientes sem aumentar seu tamanho, ao mesmo tempo em que diminui o tempo de recarga", diz Canto.
INCENTIVOS
Sobre o incentivo governamental aos carros elétricos, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços destaca que, em março deste ano, Brasil e Alemanha firmaram um acordo de cooperação técnica para aprimorar o desenvolvimento e implantação da chamada eletromobilidade no Brasil.
A parceria prevê um projeto de cooperação técnica que terá quatro anos de duração, com investimentos de 5 milhões de euros do Ministério de Cooperação Internacional e Desenvolvimento Econômico da Alemanha (BMZ).
Em outubro do ano passado, a alíquota do Imposto de Importação caiu de 35% para zero para carros elétricos e movidos a células de combustível (que produzem eletricidade por meio da reação do hidrogênio com o ar).
Veículos híbridos também tiveram redução do imposto de 35% para alíquotas que variam de 0%, 2%, 4%, 5% e 7%.
Segundo o ministério, o governo aprovou a redução do Imposto de Importação como forma de demonstrar o interesse em incentivar o uso de veículos mais eficientes no Brasil.

Recarga de elétricos? Tem no posto Ipiranga
BMW firma parceria com a distribuidora de combustíveis para a instalação de pontos de recarga para veículos elétricos

Um posto da rede Ipiranga na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), será o primeiro da rede a contar com um ponto de recarga elétrica para os automóveis da BMW. A iniciativa faz parte de uma parceria firmada entre a distribuidora de combustíveis e a montadora alemã, que prevê a instalação de 50 pontos em postos de todo o Brasil.

Projetado para a recarga rápida dos elétricos e híbridos plug-in da BMW i, o BMW i Wallbox Pro permite carregar completamente — e de maneira gratuita — 100% da bateria de um BMW i8 em 2h30, enquanto a recarga das baterias do i3 leva 3h45.


O equipamento pode também ser instalado na residência do proprietário do automóvel. Com preço sugerido de R$ 8.638, o equipamento funciona como um carregador e também pode ser configurado como um gerenciador de energia do imóvel, trabalhando em conjunto com geradores de energia solar e com sistemas de automação residencial.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Metrô sem operador cada vez mais frequente 27/04/2016Clipping do Dia

Metrô guiado sem a presença de operador. Turistas que visitam a Linha 4 do Metrô de São Paulo podem ver como novidade, mas a funcionalidade já usada há algumas décadas mundo afora.
A adoção de sistemas metroviários sem condutor é cada mais frequente, e o último país que se tem notícia com a intensão de implantar a tecnologia é o Canada, onde a rede de Montreal deve instalar uma linha automática com 67 quilômetros de extensão, segundo o portal Railway Gazette.
A nova ligação ainda está em projeto, mas já é cotada como a terceira maior linha automática do mundo, ficando atrás do metrô de Dubai, com 80 km de linhas operadas sem condutores, além da rede automatizada de Vancouver, com 68 km.
Metrô de Dubai
De acordo com o site Metrobits.org, a primeira linha metroviária sem operador é a de Osaka, no Japão, instalada em 1981. O levantamento aponta pelo menos 37 sistemas deste tipo instados até o ano de 2013, porém o número é maior, já que excluí o monotrilho da Linha 15 de São Paulo.
América do Sul
Na América latina, apenas o Brasil detém da tecnologia na Linha 4-Amarela e na Linha 15-Prata. Futuras ligações como a 6-Laranja e 17-Ouro devem ser nas mesmas configurações. Além disso, o Metrô de Lima, no Peru, as futuras linhas 2 e 4, com previsão de entrega em 2019, também devem possuir trens automáticos.
Já na capital do Chile, Santiago, as futuras linhas 3 e 6, que estão em construção, já receberam os novos trens com tecnologia driverless.

26/04/2016 – Via Trolebus