quarta-feira, 2 de julho de 2014

Rio inaugura hoje estação intermodal e trem chinês

02/07/2014
A Estação Intermodal Maracanã, que une os serviços de trem e metrô e está em operação desde o início da Copa do Mundo nos dias de jogos no Rio de Janeiro, será inaugurada oficialmente hoje (02/07). O evento, previsto para as 16h30, contará com a participação do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão; da secretária estadual de Transportes, Tatiana Carius; e dos presidentes da SuperVia e MetrôRio, Carlos José Cunha e Flavio Almada.

A comitiva realizará também a viagem inaugural do primeiro dos 70 novos trens chineses adquiridos pelo Governo do Estado para a renovação da frota da SuperVia. A concessionária deve ainda colocar em operação o seu sétimo trem nacional.

Depois de 14 anos, metrô de Salvador "começa a andar" na véspera da Copa

11/06/201406h00
Vagner MagalhãesDo UOL, em São Paulo
Passados mais de 14 anos do início das obras, o metrô de Salvador será inaugurado, parcialmente e em fase experimental, nesta quarta-feira. A presidente Dilma Rousseff (PT) vem à cidade para o início da operação. Ao lado do governador Jaques Wagner, Dilma irá percorrer os 7,3 km entre as estações Acesso Norte e Campo da Pólvora, vizinha da Fonte Nova.
A previsão, nesta fase inicial de testes, é de que os trens funcionem das 12h às 16h (junho) e das 10h às 16h (julho). O funcionamento em horário integral deve começar somente a partir de setembro. Porém, nos dias de jogos da Copa do Mundo em Salvador, o meio de transporte será exclusivo para torcedores com ingressos. A abertura será três horas antes das partidas e o fechamento três horas depois. Nesses dias, o embarque se dará apenas pela estação Acesso Norte, com destino ao Campo da Pólvora, sem paradas.

O projeto inicial do metrô de Salvador foi de iniciativa da prefeitura. A concorrência foi aberta em 1999 e as obras começaram em janeiro do ano seguinte. Estima-se que foram gastos mais de R$ 1 bilhão no projeto durante todo o período. A expectativa era a de que o primeiro trecho, entre Lapa e Pirajá, fosse entregue em 2004. Não foi.

Dois anos depois, o Tribunal de Contas da União pediu a suspensão das obras, após denúncias de superfaturamento. Em 2008, sem que a obra estivesse perto de estar pronta, chegaram os primeiros trens, que ficaram armazenados em um galpão.

No ano passado, após acordo entre o prefeito ACM Neto (DEM) e o governador Jaques Wagner (PT), a obra passou a ser responsabilidade do Estado, com financiamento da União. Seis meses depois, a empresa CCR, que concorreu sozinha, retomou as obras, após de 18 meses de paralisação.

O longo período de obra fez com que o metrô virasse piada entre os próprios moradores de Salvador. Até o outdoor que anuncia a inauguração é sarcástico: "Agora o metrô vai andar". No ano passado, o metrô soteropolitano foi citado até em um episódio da série de TV "A Grande Família", em que um personagem se  passava por membro de uma quadrilha que desviou verbas da obra e teve de fugir para não ser preso. O metrô baiano também ficou conhecido como o "mais lento do mundo".

Recentemente, o governador Jaques Wagner lembrou do nascimento da ideia que originou o projeto em 1985, ainda na gestão do prefeito Mário Kertész, e disse que faltou espírito público e boa vontade das gestões anteriores para tocar as obras. "Para muitos, o metrô é uma piada, mas a mobilidade urbana de Salvador vai finalmente entrar nos trilhos", disse ele, em outubro do ano passado.

Ganho econômico de R$ 36 bilhões a investidor de trem metropolitano

Hoje em Dia - Belo Horizonte/MG - MINAS - 25/05/2014 - 07:25:00
Bruno Moreno - Hoje em Dia

Só 4% das viagens em grandes cidades do país são por ferrovias

A Parceria Público-Privada (PPP) do projeto Trem – Transporte sobre Trilhos Metropolitano, que atenderá a 17 cidades da Grande Belo Horizonte, pode render um ganho econômico de até R$ 36 bilhões para o vencedor da licitação, ao longo dos 30 anos de contrato. Os investimentos para a implantação dos 179,5 quilômetros de trilhos estão estimados em R$ 6 bilhões.
 
A Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, responsável pelo detalhamento, planejamento do processo de licitação e concessão dos trechos, não explicou como foram feitos os cálculos, alegando que os estudos ainda são preliminares. 
 
No site há uma apresentação do projeto, feita em maio, em que consta o valor de R$ 36 bilhões, mas sem definição do que representa exatamente esse ganho econômico: faturamento, lucro líquido, lucro bruto ou outro conceito.
 
Linha A
 
De acordo com a assessoria de imprensa, atualmente a agência aguarda a liberação de recursos junto ao Ministério das Cidades para produzir estudos de viabilidade técnica e de projetos de engenharia da Linha A (Belvedere – Barreiro – Novo Eldorado – Betim), classificada como prioritária por causa da alta demanda de passageiros. Essa linha irá atender às partes oeste e sul da mancha urbana da RMBH.
 
A expectativa da agência é a de que no segundo semestre deste ano os recursos estejam disponíveis para que seja feita a licitação que irá detalhar todo o projeto da Linha A. O orçamento é de R$ 13,5 milhões.
 
O primeiro trecho desse ramal, previsto para ser inaugurado em 2018, seria entre a estação Bernardo Monteiro, no bairro de mesmo nome, em Contagem, e o Barreiro, em Belo Horizonte, em um total de 12,39 quilômetros, por onde estarão distribuídas oito estações.
 
Cálculo
 
No espaço do site da Agência de Desenvolvimento da RMBH em que há informações sobre o Trem, a referência sobre PPP aponta que a modelagem econômico-financeira definirá “as modalidades de serviços a serem ofertadas e seus custos, a partir de parâmetros ligados às exigências de investimento e aos modelos de concessão, exploração e remuneração do sistema”.
 
Mas não há detalhamento do cálculo utilizado, que pode envolver tarifas, subsídios e projeções de crescimento da demanda, dentre outros. Segundo a agência, a contraprestação do governo do Estado, paga ao parceiro privado, deverá ser de R$ 30 milhões por ano.
 
PPP, saída para fazer o transporte deslanchar
 
O projeto Trem – Transporte sobre Trilhos Metropolitano, que envolve 179,5 quilômetros de estradas de ferro na Região Metropolitana de Belo Horizonte, deverá ser o segundo no Brasil em que a licitação da Parceria Público-Privada (PPP) envolverá a construção da infraestrutura e a operação do sistema. A outra PPP nesses moldes foi feita em São Paulo, na Linha 6 – Laranja, licitada no ano passado.
 
Apesar de ser uma novidade no país, no setor de transporte de passageiros em estradas de ferro, a superintendente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), Roberta Marchesi, acredita que as PPPs sejam uma tendência. “É uma solução muito boa para o governo, que é engessado. A iniciativa privada tem mais agilidade. E a demanda por transporte é muito grande”, argumenta. 
 
Segundo Roberta, as taxas de retorno das PPPs, que influenciam diretamente no lucro do parceiro privado, variam de acordo com as características de cada contrato. Entretanto, ela enfatiza que é preciso cativar o investidor. “Tem que ter uma taxa de retorno atrativa, porque, se não tiver, ele coloca o dinheiro em outro lugar”, avalia.
 
Ela diz que, no Brasil, apenas 4% das viagens das pessoas dentro das principais cidades são feitas sobre trilhos. O percentual, porém, poderia chegar a 40% ou 50%, como nas principais capitais da Europa e em Nova Iorque, nos Estados Unidos.
 
Hoje, os três principais grupos privados que atuam no transporte de passageiros no país são CCR, Odebrecht e Invepar.


Maria-fumaça volta a levar turista em Paraguaçu Paulista

05/03/2014 - O Estado de S. Paulo
Está de volta aos trilhos o Moita Bonita, o trem turístico tracionado pela maria-fumaça Dona Lina, uma locomotiva inglesa de 1879, em Paraguaçu Paulista. As viagens tinham sido suspensas por solicitação da concessionária America Latina Logística (ALL) para a realização de algumas intervenções visando a aumentar a segurança dos passageiros.
Os passeios foram retomados no final de fevereiro, depois de manutenção e troca de dormentes na linha, além de revisão nos vagões e na locomotiva. O trem turístico faz um trajeto de 24 quilômetros, ida e volta, partindo do centro da estância turística até o distrito histórico de Sapezal.

Na localidade, os passageiros são convidados a fazer um tour pelas atrações do local, como a singular igrejinha e o Memorial das Galvão. O museu reúne interessante acervo das cantoras sertanejas Meire e Marilene, dupla antes conhecida como Irmãs Galvão. Elas foram criadas e iniciaram a carreira de sucesso em Paraguaçu Paulista.

A locomotiva tem o prefixo 23, número de série das 1.244 unidades fabricadas pela empresa britânica The Avonside Engine Co. Limited, de Bristol. A máquina participou da construção da Estrada de Ferro Sorocabana (EFS) entre Assis e Presidente Epitácio, no início do século 20. Desativada, trabalhou no transporte do café e algodão da Fazenda Santa Lina, que a preservou.

Em 1998, dona Lina Giorge Leuzzi fez a doação ao município e a Maria-fumaça ficou exposta, mas sem uso. Em 2005, a locomotiva foi restaurada e passou a tracionar os dois carros de passageiros do trem turístico. O nome Moita Bonita é referência à denominação de Paraguaçu na época da fundação.

As viagens do trem turístico ocorrem aos sábados e domingo, às 9 horas, partindo da antiga estação ferroviária da Sorocabana. Adultos pagam tarifa de R$ 20 e crianças acima de quatro anos, R$ 15. Como o número é limitado a 96 passageiros, é aconselhável fazer reserva no departamento municipal de turismo (18) 3361.6165 ou pelo e-mail

reservamariafumaca@yahoo.com.

Especialistas vêm melhorias e desvantagens no sistema BRT em Recife



ANTP Cliping 12/05/2014
A cada dia, com a continuidade das obras nas estações e terminais, a expectativa só aumenta. A implantação do sistema BRT segue em fase de testes e continua a incerteza sobre a funcionalidade do novo modelo do transporte público na Região Metropolitana do Recife. Para especialistas da área de mobilidade, o serviço tende realmente a melhorar consideravelmente, porém há ressalvas.
Coordenador regional da Associação Nacional de Transportes Públicos, o engenheiro César Cavalcanti acredita que as mudanças provenientes com o BRT são muito importantes e têm tudo para melhorar a mobilidade. Sobre o Corredor Leste-Oeste e o novo formato de trânsito na Avenida Caxangá, Cavalcanti só questiona o tamanho das estações.
"Não tive acesso a todos os detalhes do projeto, mas só me pergunto sobre a dimensão das estações, em relação ao carregamento adequado de passageiros. Se funcionar, será um salto gigantesco de qualidade no transporte. Basta comparar as novas paradas, que dão de dez a zero com as paradas anteriores”, disse o especialista. Cavalcanti lembra a importância na divulgação do serviço para que a população tome conhecimento sobre as alterações. "A diferença na sistemática será enorme e é fundamental a divulgação, um processo educativo para conscientizar a população”.
Na concepção do especialista em mobilidade e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Maurício Pina, o BRT com certeza será benéfico à Avenida Caxangá, mas há algumas restrições. "Deveria ter uma segunda faixa exclusiva do BRT para permitir a ultrapassagem. O objetivo é transporte rápido por ônibus; se há um ônibus parado na estação ou quebrado, causa transtorno pela espera. Se não for possível na Caxangá, que haja uma faixa mista para o ônibus novo poder fazer a ultrapassagem”, apontou Pina.
A Avenida Caxangá atualmente tem três faixas: a da esquerda ficará exclusiva para o BRT, a do meio para veículos particulares e a da direita para os ônibus "atuais” que permanecerão em tráfego até a implantação total do novo sistema (previsto para setembro de 2014). Em determinados pontos, haverá faixas mistas nas quais todos os veículos transitaram juntos. Segundo o especialista, é uma situação transitória e não tem como ser diferente.
Experiência de outras cidades – Rio de Janeiro, Belo Horizonte e a pioneira Curitiba são algumas das cidades brasileiras que aderiram ao tipo de transporte BRT. De acordo com a engenheira de transporte Eva Vider, professora da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o modelo BRT é uma opção válida para qualquer cidade, desde que a capacidade seja compatível com a demanda do corredor.
"Avaliamos que o BRT funciona quando a demanda é de oito a 20 mil usuários por hora. Acima disso, as opções devem ser metrôs e trens urbanos. Em Curitiba, alguns corredores já estão saturados e há planos para transformarem em metrô. Alguns corredores do Rio, como a Transbrasil, não tem mais capacidade. Por isso a importância do planejamento”, observou Eva Vider.
A professora compartilha da opinião de que a informação ao usuário deve ser intensificada.  "A população precisa se acostumar com a novidade, haver muita sinalização, distribuir panfletos. Não temos ainda uma educação de trânsito ideal, então precisamos de informação até para proteção dos próprios pedestres e motoristas”.
Usuários dizem não ter informação – No Recife, a população ainda se sente desprovida de informações necessárias sobre o BRT. De todas as pessoas entrevistadas pela equipe do LeiaJá, nenhuma soube afirmar como funcionarão as novas estações. "Eu não sei de nada. Pelo que eu estou vendo, quando esse ônibus novo chegar de Camaragibe até aqui, na metade da Avenida Caxangá, já vai estar completamente lotado”, comentou o estudante Marcos Lima.
Descrente, o aposentado Jairo Barbosa não sabe como vai funcionar o projeto e não acredita que o novo sistema irá melhorar. "É tudo política”, se limitou a criticar. Para a técnica de enfermagem Rosemeri Santos, os ônibus e as novas estações estão muito bonitos, mas é preciso informar melhorar à população. "Só sinto falta de um trabalho de educação, sobre a segurança por exemplo. Se não houver segurança, as paradas vão ficar destruídas durante jogos e no Carnaval”.
Nas paradas da Praça do Derby, importante ponto de ligação do BRT, a falta de conhecimento também é generalizada entre os passageiros. "Posso nem comentar, porque não sei nem como vai funcionar. Confesso que não sei quais serão as mudanças”, disse a auxiliar administrativa Lucélia Bezerra. O motorista de caminhão Antônio Anísio sugere ações para conscientizar o público. "Antes de inaugurar, deveriam colocar instrutores em cada parada, para explicar como será. Até agora, nenhuma informação”.

Projeto de Lei para implantação de aquaviário é aprovado no ES


Viviane Machado
15/05/2014

Assembleia Legislativa aprovou matéria com 19 votos a favor.Licitação vai ser aberta para transporte em Vitória, Vila Velha e Cariacica.

Um projeto de lei complementar para instituir o serviço público de transporte hidroviário na região da Grande Vitória foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), nesta quarta-feira (14). Durante uma sessão ordinária, a matéria veio do Poder Executivo e foi aprovada com 19 votos favoráveis e apenas uma abstenção.

O projeto foi considerado pelos parlamentares como um dos mais importantes para a região Metropolitana, por ser um instrumento de Mobilidade Urbana, que foi perdido após a falência da empresa que havia comprado o aquaviário. O deputado Elcio Alvares (DEM) foi o responsável pela implantação do sistema quando foi governador do estado de 1975 a 1979.
Um grupo de trabalho foi instituído pelo governador Renato Casagrande para que o projeto de lei fosse elaborado. Em sua página na rede social, Casagrande comemorou a aprovação na Assembleia. Era o passo que faltava para colocar em andamento a implantação do novo Aquaviário, que vai ligar Vitória, Vila Velha e Cariacica, e faz parte do nosso Plano de Mobilidade Metropolitana - PMM , disse.

Para alguns parlamentares, a implantação do transporte hidroviário de passageiros vai desafogar o rodoviário. A integração com os outros sistemas coletivos já existentes também foram lembradas.

O governo do estado vai implantar a execução do sistema mediante uma licitação. A administração pública estadual pode ainda contribuir financeiramente com o projeto para que as receitas tenham um equilíbrio e possa subsidiar o preço pago pelos seus usuários.

O projeto do aquaviário se insere no contexto do Programa de Mobilidade Metropolitana (PMM) e foi desenvolvido após estudos da Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas (Setop). A pesquisa incluiu viagens hidroviárias de interesse metropolitano com origem e destino na Grande Vitória. O governador Renato Casagrande (PSB) precisa ainda sancionar o projeto.

No PAC 1, obras do TAV ‘estão em dia’

30/06/2014 - O Estado de S. Paulo
O governo federal anunciou nesta sexta-feira, 27, que 95,5% das obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram concluídas até o fim de abril deste ano, consumindo R$ 871,4 bilhões em investimentos desde o início do governo Dilma Rousseff, em 2011. Apesar dos números de sucesso divulgados hoje por cinco ministros do governo, o País passou os últimos quatro anos com uma média de crescimento inferior a 2% e uma inflação sempre rondando 6%.

De acordo com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a "grave crise internacional" não pode ser desprezada. "O que estaria acontecendo com o Brasil e nossa economia se esses investimentos não tivessem sido feitos?"

O Banco Central, por outro lado, estimou ontem, no Relatório Trimestral de Inflação, que os investimentos na economia brasileira terão um recuo de 2,4% neste ano, ante uma previsão anterior, de março, de expansão de 1%.

O relatório do PAC apresentado pelo governo hoje aponta as obras do Trem de Alta Velocidade (TAV) em São Paulo como "em dia", apesar do leilão ter sido cancelado três vezes desde 2010. O trem-bala que ligaria Campinas-São Paulo-Rio de Janeiro era inicialmente previsto para estar pronto neste ano, a tempo da Copa do Mundo.

Entre os avanços esperados pelo governo, destacados na cerimônia do programa de obras públicas, estão as concessões ao setor privado. O ministro da Aviação Civil (SAC), Moreira Franco, afirmou que investimentos de R$ 9,1 bilhões são esperados nos aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG), que serão totalmente transferidos para mãos de consórcios de empresas privadas em agosto.

Controle
De saída do cargo, o ainda ministro Antônio Henrique da Silveira, da Secretaria de Portos, afirmou que se o Tribunal de Contas da União (TCU) efetivamente der o sinal verde para o primeiro bloco de concessões nos terminais de Santos (SP) e Pará na semana que vem, contratos com o setor privado da ordem de R$ 5,7 bilhões em 29 terminais poderão ser assinados.

O secretário de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, afirmou que as diversas medidas tributárias e monetárias tomadas pelo governo tornaram o custo do investimento no Brasil mais baixo. "Além do próprio PAC, que melhora a infraestrutura, podemos dizer que está mais barato investir no Brasil hoje."

Agora, o governo somente voltará em dezembro a apresentar um balanço das obras do PAC 2 - como é chamado o programa atual, lançado em 2010, sucedendo o PAC 1. Isto porque, pela legislação eleitoral, a cerimônia pode ser considerada "palanque" a partir de 4 de julho.