quarta-feira, 8 de julho de 2015

SuperVia inaugura nova linha que possibilitará conexão entre os ramais Deodoro, Belford Roxo, Japeri e Santa Cruz

  • Maxpress - São Paulo/SP - GERAL - 12/05/2015 -
A partir da próxima segunda-feira (18), os moradores da Baixada Fluminense e das Zonas Oeste e Norte do Rio poderão se deslocar entre essas duas regiões com mais agilidade e conforto por meio dos trens da SuperVia. Uma nova linha entre as estações Honório Gurgel (ramal Belford Roxo) e Deodoro começará a funcionar, em caráter experimental, de segunda a sexta-feira, das 5h25 às 22h, e possibilitará a integração com os quatro ramais da concessionária: Deodoro, Belford Roxo, Japeri e Santa Cruz. Serão ofertados mais de 80 mil novos lugares em 67 viagens em trens com ar-condicionado. Passageiros que optarem pela transferência aguardarão no máximo 13 minutos.

"Será uma viagem de aproximadamente dez minutos, encurtando o tempo de deslocamento dos passageiros que antes precisavam ir até as estações Maracanã e São Cristóvão. O passageiro do trem do Rio precisa e merece essa integração entre os ramais", destaca o diretor de Operações da concessionária, João Gouveia.

Os passageiros poderão consultar informações sobre o novo serviço em murais informativos localizados nas estações, no site da SuperVia (www.supervia.com.br) e no aplicativo oficial da concessionária. A novidade também está sendo informada pelo sistema de áudio das estações e dos trens, e pelos canais de comunicação da empresa, equipes de Posso Ajudar? e Jovens Aprendizes que atuam nos ramais.

Flavia Trece


Prefeitura do Rio vai subsidiar VLT por 22 anos

29/04/2015 - Informe do Dia
A prefeitura vai subsidiar, por 22 anos e seis meses, a operação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) que ligará áreas do Centro. No fim de 2012, o gasto foi fixado em R$ 5,959 milhões mensais — o valor, hoje, já seria superior, pois o contrato prevê reajustes com base na inflação e no preço da eletricidade.
O subsídio, que será pago a partir do início da operação do sistema, poderá ser maior: o contrato com a Concessionária do VLT Carioca prevê pagamento adicional caso o valor arrecadado com tarifas seja menor que o previsto.
Etapas
O primeiro trecho do VLT deverá ficar pronto em abril; o segundo, em setembro de 2016. Até a conclusão da última etapa, a prefeitura repassará 80% do subsídio.
O risco calote
A parte variável da verba oficial está relacionada ao número de passageiros e à possibilidade de que usuários não validem seus bilhetes. O risco de calote existe porque haverá roletas em apenas quatro dos 32 pontos de embarque.
Risco privado
A concessionária não receberá qualquer adicional caso a procura pelo VLT seja inferior a 10% da prevista ou a taxa de calote não ultrapasse este percentual.
Prejuízo
Mas a VLT Carioca e a prefeitura racharão o prejuízo caso a procura pelo sistema for entre 10% e 20% inferior à estimada. Isto ocorrerá também se a taxa de calote ficar entre esses dois percentuais.
Lucro
Caso o número de pagantes for superior a 10% do estimado, prefeitura e concessionária dividirão os ganhos. Os sócios do consórcio que venceu a licitação para implantar e operar o VLT são a CCR, a Invepar, a Odebrecht e a Riopar (grupo formado por empresas de ônibus).


Ministério garante liberação de R$ 480 milhões para ampliação do metrô

Que vai da Estação do Metrô da Praça da Bandeira, no centro de Teresina
07/05/2015
O governador Wellington Dias, em audiência que participou em Brasília, recebeu a garantia do Ministério das Cidades da liberação dos R$ 480 milhões para a ampliação do metrô de Teresina e da implantação do Veículo Leve sobre Trilhos, que vai da Estação do Metrô da Praça da Bandeira, no centro de Teresina, passando pela Avenida Ferroviária.
O governador Wellington Dias, em audiência que participou em Brasília, recebeu a garantia do Ministério das Cidades da liberação dos R$ 480 milhões para a ampliação do metrô de Teresina e da implantação do Veículo Leve sobre Trilhos, que vai da Estação do Metrô da Praça da Bandeira, no centro de Teresina, passando pela Avenida Ferroviária, conhecida como Avenida dos Ipês, na zona Leste, e do centro para o conjunto Saci, na zona Sul da capital.
No Ministério das Cidades, acompanhado do secretário de Transportes do Piauí, Guilhermano Pires, e do superintendente de Representação do Piauí em Brasília, Roberto John, o governador tratou do metrô de Teresina e do PAC ( Programa de Aceleração do Crescimento) Pavimentação.
O secretário de Transportes, Guilhermano Pires, disse, segundo o Jornal Meio Norte, que o anteprojeto foi aprovado pela Caixa e agora está sob análise do Ministério das Cidades. Ele ainda afirma que o pedido é pela aceleração na apreciação para que se possa lançar o edital licitatório da obra, que foi estimada em cerca de R$ 480 milhões. Guilhermano acrescentou, ainda, que o ministro garantiu prioridade e que o diretor Dario Lopes fizesse os encaminhamentos necessários.
O governador Wellington Dias também garantiu a prorrogação dos contratos que já foram formalizados, sobre o PAC Pavimentação, uma vez que pela burocracia muitos haviam encerrado antes da execução das obras.
Fonte: Com informações do Jornal MN

Publicado Por: Lanna Pontes

Linha desativada da RFFSA será transformada no primeiro trem turístico do Rio de Janeiro

03/05/2015 - 01:11:56


Bens nao operacionais da antiga Rede Ferroviaria Federal sao destinados pelo DNIT para projetos socioculturais.

Esta em implantacao, no centro-sul do Rio de Janeiro, a primeira linha de trem de turismo do estado fluminense. O projeto esta em execucao a partir da cidade de Miguel Pereira e preve a recuperacao de ate 50 quilometros da malha da antiga RFFSA (Rede Ferroviaria Federal), passando por mais tres municipios, alem de Miguel Pereira: Paty do Alferes, Vassouras e Paraiba do Sul. Inicialmente, 4,5 quilometros devem ser revitalizados e a expectativa e que os turistas possam ser recebidos a partir de setembro desse ano.

A expectativa e que esse seja mais um atrativo, somado as belezas naturais e riqueza historica da regiao, que conserva a memoria do Ciclo do Cafe (que foi de 1700 a 1810), atraindo adeptos do turismo ecologico e cultural.  

O trem tem potencial para estimular o turismo na regiao, movimentar a economia e gerar empregos, diz Paulo Henrique Nascimento, presidente da Oscip (Organizacao da Sociedade Civil de Interesse Publico) Amigos do Trem, entidade que esta envolvida na iniciativa.

A linha estava desativada ha quase 20 anos. Para viabilizar a operacao, e necessario remodelar a ferrovia da bitola de um metro para a de 1,60m. O custo estimado dos primeiros 15 quilometros de extensao era de R$ 30 milhoes. Mas o orcamento foi reduzido para R$ 2,5 milhoes com o apoio do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que esta destinando trilhos, equipamento de sinalizacao e vagoes para o projeto. A iniciativa conta com apoio, ainda, da prefeitura de Miguel Pereira, da Inventarianca da Rede Ferroviaria Federal e de empresas privadas, que colaboram com a mao de obra e com o transporte do material.

Bens da RFFSA se transformam em projetos socioculturais

Conforme o DNIT, a cessao e um dos destinos dados a bens ferroviarios da antiga RFFSA que nao foram arrendados as concessionarias que exploram economicamente as ferrovias. Outra alternativa e a realizacao de leiloes de materiais considerados como sucata.

Ate dezembro de 2014, foram recebidos 6,6 mil bens moveis nao-operacionais da Inventarianca da RFFSA e identificados 462 bens imoveis nao operacionais, cuja propriedade passou a ser do Departamento.

Carros de passageiros, vagoes e estacoes ferroviarias tem sido cedidos e doados pelo DNIT a prefeituras, associacoes e OSCIPs, para implantacao de projetos socioculturais.

Levantamento da autarquia aponta que, em 2014, foram pactuados 116 Termos de Compromisso visando a guarda e a conservacao de 404 bens sob risco de degradacao. Em 2015, esse patrimonio sera cedido ou doado aos responsaveis. As estacoes ferroviarias destinadas foram limpas e protegidas pelos responsaveis. Ja o material rodante cedido esta sendo usado em projetos de trens turisticos. Atualmente, ha 55 termos de cessao de bens nao operacionais em andamento no DNIT.

A RFFSA chegou a operar uma malha que compreendia 22 mil quilometros de linhas ferreas.

As solicitacoes de bens ferroviarios podem ser realizadas por prefeituras, governos estaduais e orgaos e entidades do governo federal, bem como entidades sem fins lucrativos e OSCIPs.

Natalia Pianegonda

Agencia CNT de Noticias


Elevação do custo de energia elétrica coloca em alerta o custo da operação de trens e metrôs, por Roberta Marchesi

Roberta Marchesi*

Com o momento da economia brasileira e as alterações da política de energia elétrica, a Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) mostra preocupação com a elevação da tarifa de energia elétrica cobrada dos operadores metroferroviários e seu reflexo sobre as tarifas de transporte e os investimentos para modernização e ampliação das redes.

O setor já vinha sendo impactado com as alterações de tarifas de energia definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), através dos reajustes anuais das distribuidoras.

Agora em 2015, com as alterações na condução da política econômica brasileira, a situação ficou alarmante. Além dos reajustes anuais promovidos pela ANEEL, as operadoras metroferroviárias foram surpreendidas por várias outras medidas que impactam de forma direta sobre o custo da operação: os reajustes extraordinários promovidos pela ANEEL, o início do sistema de bandeiras tarifárias e seu reajuste e a cobrança individualizada das contas de energia.

O sistema de bandeiras tarifárias, que passou a vigorar a partir de janeiro de 2015, impactou em 24% o custo com energia dos operadores metroferroviários, o que significa um acréscimo de R$ 21,5 milhões. O reajuste extraordinário determinado pela ANEEL impactou em mais 21% o custo da energia, equivalente a R$ 16,5 milhões; e a cobrança individualizada representou mais 25%.

Considerando todas as altas, desde outubro de 2014, os operadores que estão no mercado cativo de energia contabilizou um aumento real de 95% na conta de energia.

Já os operadores que atuam no mercado livre, através da atualização da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), tiveram um aumento de 83% na conta de energia, representando mais de R$ 80 milhões entre abril e dezembro de 2015.

Até o momento, sem qualquer sinalização do governo federal em adotar medidas específicas para auxiliar o setor a reduzir os impactos dessa elevação nos custos operacionais, as companhias metroferroviárias temem que, para sustentar a operação, tenham que cobrir esses aumentos ou com a elevação de tarifas, ou com o orçamento destinado à expansão e modernização do setor. A preocupação é que a falta de recursos afete as contratações, expansões, investimentos, e/ou tarifas de transporte.

A ANPTrilhos e seus associados defendem a adoção de uma política pública específica para o setor, que busque lidar com esses impactos para a garantia da qualidade na prestação dos serviços e da modicidade tarifária para os usuários, não só por todos os benefícios que o sistema metroferroviário representa para as cidades, mas, especialmente, para a mobilidade urbana do cidadão brasileiro.

A Associação trabalha em prol do transporte de passageiros sobre trilhos Brasil e desenvolveu a Agenda de Governo 2015/2018 – Setor Metroferroviário, com o intuito de consolidar as iniciativas e propostas para estruturar uma política pública de desenvolvimento para o transporte de passageiros sobre trilhos. A Agenda está sendo apresentada para os órgãos governamentais nas esferas federal e estadual e tem o objetivo de consolidar as iniciativas e apresentar propostas para impulsionar o setor metroferroviário, criando um arcabouço de ações para priorizar o transporte de pessoas por trilhos.

* Roberta Marchesi é Superintendente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos)

Fonte: ANPTrilhos
Publicada em:: 22/04/2015

BNDES já desembolsou R$ 4,1 bilhões para Linha 4 do metrô do Rio

13/05/2015 - Uol
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou hoje que os financiamentos da instituição para as obras da Linha 4 do metrô do Rio de Janeiro somam R$ 6,6 bilhões. Hoje, a presidente Dilma Rousseff visitou as obras do túnel entre São Conrado e Barra da Tijuca, que fazem parte da Linha 4.

Do total aprovado para a Linha 4, o BNDES já desembolsou R$ 4,1 bilhões. O financiamento do banco foi concedido ao Estado do Rio de Janeiro - a quem cabe a execução de toda a infraestrutura de túneis, vias e estações, além dos sistemas auxiliares e elétricos -, e os investimentos somam R$ 9,2 bilhões.

Com a entrada em operação, em 2016, dos 16 quilômetros da Linha 4 - interligando a estação General Osório, em Ipanema, na zona sul, à estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca -, o metrô do Rio passará a contar com quase 60 quilômetros de extensão. Em seu primeiro ano de operação, estima-se que vão embarcar em dias úteis nas estações da Linha 4 aproximadamente 300 mil pessoas. A Linha é composta de seis estações: Praça Nossa Sra. da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico.

À concessionária RioBarra, responsável pela operação do trecho, cabem investimentos referentes aos principais sistemas operacionais (sinalização e pilotagem automática), à aquisição de material rodante (15 trens) e a investimentos diversos, no valor de R$ 1,2 bilhão.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Mais três novos trens chineses entram em operação na SuperVia


Governo do Rio de Janeiro - NOTÍCIAS - 12/05/20150


Ao todo, 66 das 100 composições compradas pelo Estado estão funcionando

Mais três novos trens chineses, adquiridos pelo Governo do Estado, entraram em operação na Supervia nesta segunda-feira (11/5). As composições irão circular, durante uma semana, em operação assistida até serem inseridas à grade regular do sistema ferroviário fluminense. Desde 2012, a concessionária colocou em operação 66 dos 100 trens comprados pelo Estado e hoje já é possível ofertar cerca de 85% dos lugares com ar-condicionado.

 As composições que podem transportar até 1,2 mil passageiros contam com passagem interna entre os carros, sistema que não permite a abertura de portas durante as viagens, circuito interno de câmera, bagageiro e painéis de LED.

 A previsão é de que os outros 34 novos trens comecem a operar no sistema até o primeiro semestre de 2016, completando os 100 veículos adquiridos pelo governo estadual. O processo de renovação da frota ferroviária segue em ritmo acelerado e já permitiu aposentar 59 composições dos modelos mais antigos.

Modernização da frota
 Os trens fazem parte da revitalização do sistema ferroviário do Rio, iniciada em 2012, quando começaram a entrar em circulação as primeiras 30 composições fabricadas na China. Em 2012, o Estado adquiriu mais 60 trens chineses e, no fim de 2013, foi realizada a compra de mais dez veículos, totalizando 100 composições adquiridas pelo Estado desde 2009.

Além disso, está em andamento a licitação internacional para a compra de mais 12 trens. A concorrência pública está em andamento e segue as normas do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), utilizando o menor preço como critério de julgamento.

 Ainda dentro do plano de modernização da frota do sistema ferroviário, a SuperVia adquiriu dez trens. Todos já estão em operação. Os veículos também contam com ar-condicionado, sistema de travamento de portas durante as viagens e capacidade para transportar até 2,4 mil passageiros. Até o fim do primeiro semestre de 2016, toda a frota de trens contará com ar-condicionado.

 Em 2007, a SuperVia transportava, em média, 325 mil passageiros por dia. Atualmente, mais de 650 mil pessoas usam os trens diariamente.