terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Justiça determina instalação de câmeras de segurança nas estações de trem da Supervia


07/12/2017 - O Globo

A Justiça determinou que a Supervia instale câmeras de segurança dentro de suas estações num prazo de 120 dias, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A decisão foi tomada após pedido do Ministério Público do Rio. A sentença prevê ainda a indenização de passageiros que tiverem sido lesados pela falta de câmeras. A concessionária foi condenada a pagar ainda uma indenização coletiva de R$ 500 mil ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD).

Em nota, o promotor de Justiça Rodrigo Terra, autor da ação, afirma que a Supervia não vem prestando o serviço público adequadamente e com a devida segurança, por não dispor de câmeras de segurança em suas instalações, o que impede a identificação de autores de práticas criminosas.

Em sua sentença, a juíza do caso afirmou que é dever da ré garantir que o usuário chegue ao seu destino incólume, garantindo sua segurança em suas dependências. Portanto, é necessária a instalação de câmeras de segurança, diz a nota do MPRJ.

Em nota, a s SuperVia informa que não recebeu notificação da Justiça, e entrará com recurso dentro do prazo estabelecido quando for notificada.


A instalação de câmeras nas estações do sistema ferroviário está em andamento e faz parte do programa de investimentos em curso pela atual gestão da concessionária, diz ainda a nota.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Veja quais estações e linhas serão expandidas em 2018 pelo Metrô e CPTM

02/01/2018 - Metrô CPTM

Seja por coincidência ou mesmo um empurrãozinho eleitoral, o ano de 2018 tem tudo para ser o da maior expansão da rede metroferroviária de São Paulo. Na iminência de ser apontado como candidato do PSDB à presidência, o governador Geraldo Alckmin quer usar esse trunfo como vitrine na corrida eleitoral. O problema é que as obras teimam em atrasar e “nuvem” de dúvidas a respeito das suspeitas de corrupção e conluio ameaçam tirar parte do efeito que essas novas estações e quilômetros terão na vida dos cidadãos.

Política à parte, uma coisa é fato: este ano o número de inaugurações será enorme, mesmo que haja algum atraso. A razão para isso é que muitas frentes de trabalho estão na reta final, o que permite dizer que a chance de problemas empurrarem suas inaugurações para 2019 é pequena. Confira abaixo como deve ser o calendário de expansão em 2018:

Janeiro

Duas estações estão prometidas para este mês, Higienópolis-Mackenzie (Linha 4), que deveria ter sido aberta no ano passado, e Eucaliptos (Linha 5). A primeira não passa deste mês a não ser que ocorra algum “desastre”. Já a segunda pode ficar para mais tarde. Quem passa na frente da estação ao lado do Shopping Ibirapuera em Moema ainda vê muito movimento e coisas para fazer. Há ainda os testes com os trens no trecho que parecem não ter ocorrido ainda. Mas se não for em janeiro é provável que a abertura ocorra em fevereiro, juntamente com outras três estações.

Fevereiro

É o mês prometido para três outras estações da Linha 5: Moema, AACD-Servidor e Hospital São Paulo. Dessas Moema é a mais atrasada e pode realmente ficar mais para a frente. As outras duas têm previsão de serem concluídas até o final de janeiro. Novamente, os sistemas e testes com os trens são o maior risco de atraso no momento.

Março

Muita coisa é prometida para março e certamente será bem difícil que elas aconteçam nesse mês conforme previsto. Na Linha 4, há a estação Oscar Freire que tem trabalhos em bom ritmo mas um acesso ainda cru. É possível abri-la parcialmente e depois finalizar o segundo acesso. Na Zona Leste, o Metrô pretende fazer algo que só ocorreu na inauguração da Linha 1: abrir várias estações ao mesmo tempo. A ideia é que a Linha 15 do monotrilho ganhe oito estações nesse mês. As obras estão indo bem, mas é mais sensato imaginar numa abertura progressiva a fim de testar tudo com calma. Por fim, a Linha 13-Jade da CPTM deve começar a operação assistida até o Aeroporto de Guarulhos. Novamente, tudo depende da conclusão da via (nesse caso o viaduto estaiado) e testes de sistemas. Os trens serão “emprestados” de outras linhas. Não é exagero pensar que essa linha só seja inaugurada para eleitor ver.

Abril

Embora tenha apenas duas estações previstas, abril é o mês em que o governo pretende conectar a Linha 5-Lilás às linhas 1-Azul e 2-Verde. As estações Santa Cruz e Chácara Klabin vão mexer profundamente com a distribuição de passageiros no Metrô e CPTM. Muitos trajetos acabarão modificados pelos usuários com a possibilidade de ir para a Zona Sul e vice-versa por ela. Por essa razão, a impressão é que elas terão de abrir de forma bem gradual para não causar problemas no restante da rede.

Segundo semestre

Sem data tão precisa, duas outras estações são esperadas em 2018. A primeira é São Paulo-Morumbi, da Linha 4. As obras estão num bom ritmo, o que ainda a coloca no mapa deste ano. Será um importante adendo ao ramal já que fará a linha crescer e se aproximar de regiões carentes de transporte público de qualidade. Já a segunda, Campo Belo, da Linha 5, pode ficar para 2019. A mais atrasada estação do novo trecho está na reta final das obras civis, mas há muita coisa para fazer, inclusive um viaduto por cima dela. Pode dar tempo, mas não será surpresa se ela atrasar.

Marca dos 100 quilômetros


Caso cumpra suas promessas finalmente, o governo do estado acrescentará mais de 21 km à rede metrô além de 12 outros km à CPTM. Com isso, o Metrô de São Paulo finalmente passará a marca dos 100 quilômetros que somados à CPTM chegarão a cerca de 375 km de trilhos na Grande São Paulo e Jundiaí. Ou seja, quase 34 km a mais em apenas um ano – até então, o maior acréscimo que o sistema recebeu foram os 10,4 km entregues em 1988 na Linha 3. Mas como é sempre ter um pé atrás com promessas políticas, vamos ficar de olho se a meta será mesmo cumprida.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Licitação das barcas ainda não tem prazo para sair


07/12/2017 - O Globo

Um ano depois de a CCR Barcas formalizar em juízo que desejava devolver a concessão do serviço ao estado por acumular prejuízos, ainda não há prazo para a realização da licitação que vai escolher o novo operador do sistema de transporte aquaviário da cidade. Apesar de o governo estadual ter anunciado em março que pretendia concluir o processo ainda este ano, o texto do edital continua sob análise da assessoria jurídica da Secretaria estadual de Transportes. Entre outros detalhes, os técnicos avaliam 188 sugestões apresentadas por empresas e usuários, que poderão ser incorporadas, ou não, ao edital de concessão.

As sugestões foram feitas durante consulta pública, já encerrada, com base em uma versão prévia do edital, divulgada no site da secretaria. A minuta, que não indicava o valor mínimo que o interessado teria que pagar ao estado pela concessão, previa que a nova concessionária exploraria os serviços pelo prazo de 20 anos. A política tarifária não seria alterada. Um dos itens do texto divulgado para consulta pública também dizia que a futura concessionária seria obrigada a apresentar estudos de viabilidade de novas linhas no prazo de um ano, após assinar o contrato. As linhas seriam: Praça Quinze-São Gonçalo; Praça Quinze-Aeroporto Santos Dumont ou Aeroporto Tom Jobim; e Praça Quinze-Duque de Caxias.

A proposta previa também que a futura operadora teria que realizar melhorias na infraestrutura de alguns terminais, bem como cumprir metas de pontualidade superiores a 90% das viagens nos percursos feitos atualmente, incluindo Praça Quinze-Niterói.


No caso das obras estruturais, elas teriam que ser concluídas 12 meses após a nova concessionária assumir o serviço. Entre as intervenções previstas na minuta, estavam a reforma do cais no terminal de atracação da Ilha Grande; a climatização dos salões de passageiros das estações de Paquetá e Cocotá; a implantação de bicicletários próximos e serviços de wi-fi gratuito em todas as estações. A lista de exigências incluía ainda a instalação de painéis eletrônicos para indicar em tempo real a quantidade de passageiros por viagem.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

VLT e revitalização da Zona Portuária atraem mais turistas para o Centro da cidade


08/09/2017 - O GLOBO

A revitalização da Zona Portuária e a implementação do VLT no Centro do Rio mudaram os hábitos de turistas que chegam à cidade de navio. Visitantes que antes davam preferência a cartões-postais como Copacabana, Cristo Redentor e Pão de Açúcar agora incluem na agenda as atrações da região. Em um ano, o número de pessoas que usam o transporte público quadruplicou entre os que desembarcam no terminal do Píer Mauá. O percentual saltou de 4%, na temporada de cruzeiros de 2015/2016, antes de o sistema entrar em operação, para 16% (no período 2016/2017). Desse total, 9% usaram especificamente o VLT, 5% preferiram o metrô e 2%, ônibus.

A conclusão é da turismóloga Maraísa Esch, em sua tese de mestrado em engenharia de transportes pela Coppe/UFRJ. Maraísa apurou o efeito do VLT na maneira como turistas nacionais e estrangeiros se deslocam no Rio. Segundo ela, os navios não costumam pernoitar na cidade. Chegam por volta das 7h e partem até as 19h, o que dá aos passageiros apenas algumas horas para aproveitar os encantos cariocas. Com o novo meio de transporte na área do Porto, que passou a operar em junho do ano passado, e a remodelação da Orla Conde, mais visitantes estão caminhando ou usando o transporte público na região.

— O número de citações a lugares visitados no Centro e na área portuária aumentou consideravelmente entre as duas temporadas de cruzeiros. Nesse roteiro, o Boulevard Olímpico foi o campeão, seguido do Museu do Amanhã. Também aparecem o AquaRio, os Arcos da Lapa, o bairro de Santa Teresa, a Confeitaria Colombo e o Museu da Marinha — diz a pesquisadora. — Alguns turistas mencionaram ter feito todo o percurso do VLT como um passeio pela área central. Isso mostra o potencial desse trem para aprimorar a experiência de quem chega por navio à cidade.

Apesar de ter havido crescimento expressivo no uso do transporte público por parte de turistas, Maraísa destaca que o impacto do VLT no deslocamento ficou bem abaixo do que ela esperava. Principalmente porque, na primeira fase de entrevistas, antes de o VLT funcionar, 96% dos visitantes ouvidos disseram ter vontade de utilizar o bonde.

— A falta de informação foi o principal motivo que impediu mais turistas de usarem o VLT e circularem pelo Centro. Esse potencial turístico do bonde moderno não parece estar sendo aproveitado de maneira adequada — avalia Maraísa, que entrevistou 138 viajantes na primeira fase do trabalho e 140 na segunda, na alta temporada de cruzeiros, de novembro a março.

Segundo o estudo, muitos turistas que chegam à Zona Portuária afirmaram não ter usado o VLT por falta de informação precisa e confiável sobre o que fazer e como ir e voltar por conta própria, e em tempo hábil, até os respectivos locais de interesse na cidade. Maraísa diz ter constatado problemas de sinalização para os passageiros dos navios. Segundo ela, dentro do terminal havia uma única máquina para a venda de bilhete. Mal localizada, mais parecia um caixa eletrônico. O painel com informações sobre o VLT, no alto, exibia informações incompletas, e os folhetos com mapas da região eram antigos, ainda sem as estações do VLT.

Para corrigir o problema, e explorar melhor o bonde como ferramenta turística, Maraísa sugere duas medidas. A mais urgente: melhorar a divulgação do VLT no terminal do Píer Mauá e em outros pontos de chegada à cidade, como aeroporto e rodoviária. A outra é implantar integração tarifária do VLT com os demais meios de transporte.

— A integração existe em termos físicos com o Píer Mauá e o metrô, e é boa. Mas, na questão tarifária, o sistema deixa a desejar. A impressão dos turistas é de que usar o VLT com outros modais fica caro ou confuso, porque a passagem não permite o uso de outros meios de transporte — ressalta a pesquisadora.

LINHA EM EXPANSÃO

A concessionária VLT Carioca, que explora o serviço do bonde, tem planos para melhorar a sinalização. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, até o fim do ano serão instalados painéis em pontos estratégicos da região, como Aeroporto Santos Dumont, Píer Mauá e Rodoviária Novo Rio. Eles terão nova identidade visual e mais explicações sobre valor de passagem, itinerários e como comprar bilhetes e usar o bonde.

Quando começou a operar, o VLT transportava 25 mil pessoas por dia. Hoje, são 40 mil, um aumento de 60% no volume de passageiros em pouco mais de um ano. Atualmente, são duas linhas: a 1, ou azul, que liga a rodoviária ao Santos Dumont; e a 2, ou verde, que faz o trajeto Praça Quinze-Saara. Até o fim do ano, essa linha também chegará à Novo Rio, passando pela Central, onde fará integração com o Terminal Américo Fontenelle.

Em relação à integração tarifária, o VLT Carioca — que custa R$ 3,80 — informa ter interesse em manter contato com outros operadores de transporte. A única integração é com os ônibus municipais, pelo sistema do Bilhete Único, em que o passageiro pode usar VLT e ônibus pagando uma só passagem, no período de duas horas e meia.


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Frota original de trens do Metrô está prestes a desaparecer


30/11/2017 - Metrô CPTM

Para alguns um alívio, para outros motivo de saudade. Em comum o fato de que hoje já é quase impossível encontrar o único trem original que ainda resta na Linha 1-Azul do Metrô. Estamos falando da Frota A, que inaugurou os serviços do Metrô de São Paulo em 1974. Desde 2009, a companhia está fazendo uma modernização gradual nos 51 trens dessa frota além de outras 47 composições de outras frotas antigas que eram usadas nas linhas 2 e 3.

Nesta semana, o penúltimo trem original, o A21, foi recolhido e prepara-se para ser levado para uma das empresas que o reformarão. Com isso apenas a composição A35 está em serviço na Linha 1. Ela deve permanecer na linha até fevereiro de 2018 quando será retirada e enviada para modernização.

O blog andou no trem A21 no último sábado e registrou algumas fotos publicadas aqui. Já bastante utilizado, o trem exibia um desgaste claro com paineis soltos e bancos desbotados. Para quem não sabe diferenciá-los de outros trens é fácil: basta reparar no barulho da ventilação e dos vidros abertos para constatar que você está a bordo de um trem da Frota A. Sim, eles não são equipados com ar-condicionado, um “luxo” que só foi adotado no metrô paulistano há pouco tempo. É essa a principal melhoria que os velhos trens recebem, além é claro de novos sistemas de controle, interior remodelado e a retirada das cabines de comando de quatro dos seis vagões, entre outros.

Transporte do futuro

Se hoje estão mais associados ao desconforto, os trens da primeira encomenda do Metrô já foram sinônimo de futuro. Construídos no Brasil pela empresa Mafersa sob licença da fabricante americana Budd, os trens da Frota A ganharam algumas peculiaridades que mais tarde acabaram suprimidas em outros projetos como a cabine de comando ocupando apenas o lado direito do vagão e a divisão dos seis vagões em três conjuntos que poderiam ser separados para atender trechos de baixo movimento – como se o Metrô de São Paulo em algum momento da história fosse ter uma demanda pequena. Já a adoção da alimentação elétrica pelo terceiro trilho, instalado na parte inferior da via, tornou a composição mais limpa que os velhos trens de subúrbio da época, única opção sob trilhos disponível nas grandes cidades.

Os primeiros anos de serviço apresentaram aos usuários um sistema capaz de atender uma demanda muito alta com intervalos baixos e regulares e com boa parte do percurso subterrânea. O interior dos vagões também representavam um nível maior de conforto para a época e, sobretudo, o funcionamento e a confiabilidade demonstraram que São Paulo passava a contar com um transporte coletivo tão ou mais moderno que o de outras cidades no mundo.

Com a decisão do governo do estado de modernizá-los, dois consórcios venceram a concorrência para converter os trens da Frota A em duas novas frotas, a J e a I. Em relação ao projeto original pouco resta do “A” nessas duas novas séries. A máscara ainda mantém a inclinação original mas a cabine passou a ocupar toda a frente do trem. Por conta do sistema de ar-condicionado, as janelas perderam a parte móvel, mas as portas foram mantidas do mesmo tamanho. O salão, no entanto, é mais amplo e com melhor circulação de pessoas – além disso, foi adotado um painel eletrônico que mostra as estações das três linhas onde ele pode ser usado. Também passaram a contar com o sistema CBTC, de controle de trens.


Para quem utiliza o metrô paulistano desde as décadas de 70 e 80, ver um trem da Frota A é uma experiência inteiramente relacionada a um período em que a antiga linha Norte-Sul era uma exceção de qualidade no transporte coletivo da capital. A lotação não chegava aos níveis atuais e mesmo o ruído e o calor pareciam mais amenos. Já a “mágica” de cruzar a cidade em cerca de meia hora, essa sim parecia coisa de ficção científica

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Multiplan inicia plano para construir monotrilho no Rio

19/12/2017 - Isto É

Dona de dois shopping centers na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, a Multiplan está se preparando para construir um monotrilho que ligará os dois centros de consumo. Nesta terça-feira, 19, foi publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro o requerimento de Licença Municipal Prévia para a construção desse monotrilho.

O projeto liga o VillageMall, shopping de luxo do grupo, ao BarraShopping. A pé, a distância entre eles é de pouco menos de um quilômetro. Entre os dois empreendimentos, ainda há um centro empresarial, também da Multiplan.

Segundo o fundador e CEO do grupo, José Isaac Peres, o projeto consumiria R$ 100 milhões e a conclusão, caso ele seja aprovado por todos os órgãos públicos envolvidos em um projeto como esse, está prevista para meados de 2019. A obra seria rápida, em menos de um ano.O objetivo é conectar dois shoppings com perfis diferentes, mas que podem se complementar, segundo Peres. “São dois centros de perfis complementares”, afirma Peres.

O empresário explica que o projeto deverá ser bancado 100% pela empresa e sustentável. Como outros transportes sobre trilhos, o equipamento seria elétrico, ou seja, menos poluente.

Em paralelo, o grupo trabalha na expansão do VillageMall. Além da revitalização, esse pacote de projetos têm como pano de fundo a construção de uma identidade da marca. “Quero fazer algo semelhante ao que acontece na Disney, algo lúdico”, complementa o fundador da Multiplan.

Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da consultoria GS&Malls, afirma que o grupo busca criar um padrão diferenciado de shoppings. “Mas essa identidade forte também limita a expansão via aquisições, pois não há muitos ativos com perfil semelhante que podem ser incorporados no País.”


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Linha 13 deve ter trens de outros ramais nos primeiros meses



15/11/2017 - Via Trolebus

Prevista para ser entregue em março de 2018, a linha 13 – Jade, da CPTM, ligará o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, a estação Engenheiro Goulart, da linha 12 – Safira.

Por atender o aeroporto, o Governo de São Paulo assinou contrato para aquisição de novos trens com bagageiros exclusivamente para esta linha, porém eles só devem chegar em dezembro de 2018, 9 meses após a inauguração do novo ramal.

Durante este período, trens de outras linhas da CPTM farão o trajeto.


“Vamos colocar trens que estão sendo entregues da Hyundai e da CAF (para outras linhas da rede) para operar. São trens ótimos, mas não têm bagageiro. Só em dezembro o ramal receberá trens próprios”, afirma o secretário dos transportes metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, em entrevista ao jornal “Estado”.