sexta-feira, 17 de maio de 2019

VLT da Baixada Santista ganha dois novos veículos, aumenta número de viagens e reduz intervalo no horário de pico


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05/04/2019
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O VLT da Baixada Santista, operado pelo Consórcio BR Mobilidade, passará a fazer mais viagens, além de reduzir a frequência entre as composições nos horários de maior movimento.
Isso será possível graças ao acréscimo de dois veículos à frota operacional, situação que acontecerá a partir desta segunda-feira, 8 de abril de 2019.
Com os novos veículos, a frota passará a ser de 14 VLTs, o que possibilitará agregar 10 novas viagens diárias, além de reduzir o intervalo de 8 para 7 minutos no horário de pico.
O VLT transporta hoje, em média, 27.500 passageiros/dia.
Com a novidade, a tabela horária chegará a ter 111 viagens por sentido ao longo dos 11 km de trajeto entre o Terminal Barreiros, em São Vicente, e a Estação Porto, em Santos.
Nesse trecho estão situadas 15 estações de embarque e desembarque.
O VLT da Baixada se conecta atualmente a 42 linhas de ônibus intermunicipais e 10 linhas municipais.
05/04/2019 – Diário do Transporte


VLT Carioca solicita autorização da Prefeitura do Rio para operar Linha 3



13/05/2019Notícia dos Associados

Último trecho previsto no sistema ligará a Central ao Santos Dumont
A Concessionária do VLT Carioca solicitou à Prefeitura do Rio autorização para colocar em operação a linha 3, último trecho previsto no sistema, que ligará a Central do Brasil diretamente ao aeroporto Santos Dumont.

O novo trecho é a última entrega prevista no projeto e marca a consolidação de uma rede de 28km de trilhos, 29 paradas e estações e 32 trens que circulam desde junho de 2016 no Centro e Região Portuária do Rio.

O percurso contará com 10 paradas, sendo três novas: Cristiano Ottoni-Pequena África (na praça de mesmo nome, também na região da Central), Camerino-Rosas Negras (na Marechal Floriano, próxima à rua de mesmo nome) e Santa Rita-Pretos Novos (também na Marechal Floriano, à altura da igreja homônima). Os nomes contam com homenagens a ícones da cultura africana, batizados em consenso com o Iphan e entidades do movimento negro e sociedade civil.

09/05/2019 – VLT Carioca

terça-feira, 2 de abril de 2019

Metrô de SP terá subsidiárias para buscar negócios em outras cidades



01/04/2019 person Folha de São Paulo comment Comentários
   Metrô de SP terá subsidiárias para buscar negócios em outras cidades
O Metrô de São Paulo recebeu autorização estadual para criar empresas subsidiárias para atuar em outras frentes que não apenas o de transporte de passageiros em São Paulo.

Neste mês, o governador João Doria (PSDB) sancionou uma lei que instituiu a Política Estadual de Mobilidade Metropolitana. Em um de seus artigos, Doria autorizou o Metrô a criar subsidiárias e a integrar o capital de empresas privadas.

A ideia do governo do Estado é que a estatal explore outras atividades, como de consultoria técnica, e também dispute contratos fora de São Paulo. O Metrô espera com isso obter recursos para bancar com maior margem de segurança as suas operações e auxiliar na construção de novas linhas.

"A mudança na legislação permitirá que o metrô possa fazer parcerias com a iniciativa privada, e isso vai trazer receita para melhorar a qualidade do serviço e até contribuir para a expansão", diz Silvani Pereira, presidente do Metrô.

Também em março, foi criada uma diretoria comercial, com o objetivo de acelerar a busca de novos negócios. Ela é chefiada por Claudio Ferreira, que trabalhou na Editora Abril por 25 anos.

Em 2018, as receitas não tarifárias representaram 11% do faturamento, e a expectativa é aumentar esse percentual significativamente. "Vamos definir uma meta, ainda em 2019, de ampliação dessa receita, que será bem superior ao valor atual, que é tímido", diz Pereira

Para estimar os possíveis ganhos, o Metrô está fazendo um levantamento de como usar melhor seus ativos e captar novos negócios. O foco inicial é a venda de consultoria técnica para outras cidades.

A alteração permite ao Metrô disputar contratos sozinho ou como parte de consórcios. Assim, a estatal paulistana poderá ficar responsável por uma linha de metrô, trem de superfície ou monotrilho em outras cidades, por exemplo, da mesma forma que a ViaQuatro opera a linha 4-amarela em São Paulo.

"Temos condição de ajudar outras regiões a desenvolver modais sobre trilhos, seja na estruturação do projeto, na operação, e na manutenção", diz Pereira.

"O Metrô de São Paulo sempre foi muito consultado por outras cidades por sua operação e manutenção", diz Jurandir Fernandes, ex-secretário paulista de transportes metropolitanos.

A implantação de ramais de metrô em cidades como Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Brasília contou com o auxílio institucional do Metrô paulista. Nesses casos, a legislação permitia que o trabalho da estatal paulista fosse apenas ressarcido e não pago ao preço de mercado, com lucro.

"No metrô de Brasília, o Metrô de São Paulo chegou a instalar um escritório até que os trens estivessem rodando", relembra Conrado Grava de Souza, da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos ) e ex-diretor do Metrô de São Paulo. Fora do país, a companhia paulista também prestou assessoria técnica às cidades de Caracas e Medelín.

Para o uso de ativos físicos, uma das ideias citadas é conceder os terrenos dos terminais de ônibus anexos a estações, via contratos que poderão incluir a cobrança de um percentual dos ganhos dos negócios que venham a operar neles.

"Desde que não gere conflitos com a nossa operação do dia a dia, não tem nenhuma possibilidade sendo descartada nesse momento", diz Pereira.

Há também planos de vender a metodologia de realização da pesquisa Origem e Destino, que o Metrô realiza há 50 anos e é o maior levantamento do país sobre mobilidade numa região metropolitana.

Outra possibilidade de trazer dinheiro é a utilização dos quase 100 kms de vias e túneis do Metrô para a passagem de fibra óptica, que poderiam ser explorados por empresas de tecnologia e comunicação, por exemplo.

O projeto de instalação de cabos de fibra ótica nos túneis das linhas 1, 2 e 3 está sendo feito e deve ser concluído em 2020.

Um dos exemplos internacionais que chamaram a atenção de Pereira é o de Hong Kong, cuja empresa de transportes administra 20 mil unidades habitacionais, 13 shoppings e 18 andares de escritórios, entre outros espaços. Em 2018, a companhia lucrou o equivalente a R$ 8,4 bilhões.

A busca de receitas não tarifárias poderia ser incluída já na fase de projeto das linhas, como reservar um terreno para a construção de um prédio ao lado de uma nova estação.

"Isso teria uma vantagem muito grande, mas aqui temos leis ambientais e de desapropriação que precisam ser compatibilizadas com qualquer iniciativa. Temos que avaliar se modelos de fora são compatíveis", diz Pereira.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/03/metro-d...

sábado, 23 de março de 2019

Metrô rescinde contrato de construção do monotrilho da Linha 17-Ouro


  22/03/2019
person G1
  



O Metrô decidiu rescindir unilateralmente o contrato de construção do monotrilho da Linha 17-Ouro. Segundo o governo do estado, a obra vinha sendo conduzida em ritmo lento pelo consórcio comandado pela empreiteira Andrade Gutiérrez.
O governo informou que tentou por várias vezes acelerar o ritmo da obra, para que ela fosse entregue em 2020, mas disse que uma empresa que fabrica os trens é da Malásia e faliu. Por isso, ficou inviável concluir o projeto.
Agora, deverá ser feita nova licitação. A Linha 17-Ouro deve ligar o aeroporto de Congonhas até a estação Morumbi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
A reportagem tentou contato com o consórcio e aguarda resposta.

Copa do Mundo de 2014
O monotrilho virou promessa para a Copa 2014 em 2010, quando o então ministro do Esporte, Orlando Silva, assinou com o governo do estado e a Prefeitura da capital uma série de compromissos, a chamada Matriz de Responsabilidades.
No entanto, a obra sofreu uma série de problemas nos últimos anos - o que fez com que a previsão de seu funcionamento passasse de 2013 para julho de 2019. Com o fim do contrato, agora não há mais previsão para sua conclusão.


Governo do Estado da Bahia anuncia resultado da licitação do Tramo 3, que levará metrô a


·         15/03/2019
·         Notícia dos Associados


Governador Rui Costa e comitiva do Estado, participam da viagem de teste das novas estações do Metrô Linha 2 (Flamboyant, Tamburugy, Bairro da Paz e Mussurunga). Foto: Camila Souza/GOVBA

A construtora Queiroz Galvão foi declarada vencedora da licitação para implantação do Tramo 3, a extensão da Linha 1 do Sistema Metroviário Salvador-Lauro de Freitas . A proposta vencedora foi divulgada nesta quarta-feira (20), após análise documental, em sessão pública realizada no dia 19, na sede da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB). A vencedora teve a concorrência de outras seis propostas. A partir de agora, as demais concorrentes tem o prazo recursal de cinco dias para recorrer da decisão.
Classificado inicialmente como primeiro colocado, o Consórcio CCINFRA-TSEA-EPC foi inabilitado, sendo declarado vencedor a Queiroz Galvão, classificada em segundo lugar. A proposta vencedora apresentou valor total de R$ 429. 963.057,00.
A empresa será responsável pela elaboração e desenvolvimento dos projetos básico, executivo e “as built”, execução das obras civis e de urbanização, fornecimento e implantação de sistemas de energia (rede aérea de tração e subestação), trabalho técnico social para fins de desapropriação, além da pré-operação da referida implantação.
O trecho licitado parte de Pirajá, tem cerca de cinco quilômetros e prevê a construção de duas estações metroviárias, sendo uma Estação Campinas, localizada nas imediações de Campinas de Pirajá e da Brasilgás, e a outra Estação Águas Claras/Cajazeiras. O Tramo 3 será implantado pelo lado esquerdo da Rodovia BR-324, no sentido Salvador – Feira de Santana, tendo início no KM-622, em Pirajá, e final no KM-616, próximo ao viaduto de Águas Claras.
“A ampliação do metrô é mais um compromisso firmado pelo Governo do Estado, através da CTB e Sedur, e que passa a ser realidade. Salvador precisa de um transporte público que atenda da melhor forma a população. O metrô é um grande avanço e nos colocou em uma nova realidade, com um serviço de excelência, que agora avançará ainda mais, atendendo a mais gente”, afirmou o presidente da CTB, Eduardo Copello.
A extensão da Linha 1 faz parte do planejamento global e estratégico para a Região Metropolitana de Salvador (RMS) e se alinha a outros importantes projetos de mobilidade em andamento do Governo do Estado, como a Avenida 29 de Março, em implantação, e o novo complexo de integração intermodal a ser implantado entre a BR 324 e a Via Regional, com a nova Estação Rodoviária Intermunicipal.
Composto por duas linhas, com extensão de 33 quilômetros já em operação, o Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas transporta diariamente mais de 350 mil passageiros. Com as extensões do Tramo 3 da Linha 1 e o Tramo 2 da Linha 2, do Aeroporto até Lauro de Freitas, o sistema chegará a 42 quilômetros.

13/03/2019 – CTB


Ceará apresenta projeto de Monotrilho ao Banco de Desenvolvimento dos Brics


12/12/2018 - Via Trolebus

Em reunião entre representantes do Governo do Estado do Ceará e membros do New Development Bank (NDB), conhecido como Banco de Desenvolvimento dos Brics, foram discutidos projetos de logística, turismo e mobilidade urbana.

O secretário da Infraestrutura do Ceará, Lucio Gomes, apresentou projetos da Linha Leste do Metrô de Fortaleza, atualmente em andamento. “Esse trecho conta com mais 5,9 quilômetros e outras cinco estações, além das estações Catedral, Luíza Távora e Leonardo Mota, que fazem parte do primeiro trecho, entre o Centro e o Papicu”, afirma o secretário.

Foram discutidos ainda o projeto de um bonde turístico na região da Av. Beira Mar, ligando o Porto do Mucuripe ao Centro da Capital, e uma linha em monotrilho, conectando Parangaba ao aeroporto de Fortaleza.

“Nós recebemos um feedback muito positivo em Brasília de que o estado é excelente para se trabalhar, já que tem as contas bem equilibradas. Isso aumentou o desejo do banco de estarmos aqui”, disse Alexandre Takahashi, do departamento de operações do banco.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Consórcio Viamobilidade – linha 15 vence leilão de concessão da linha 15-prata de Monotrilho


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Formado pela CCR e pela RuasInvest Participações, grupo apresentou oferta de R$ 160 milhões para administrar o ramal pelo período de 20 anos
13/03/19
O Consórcio ViaMobilidade – Linha 15, formado pela CCR e pela RuasInvest Participações, venceu a licitação de concessão da linha 15-Prata de monotrilho no leilão realizado na tarde desta segunda-feira na sede da B3 (antiga BM&FBovespa). O grupo ofertou o lance de R$ 160 milhões, o que representa ágio de 0,59% sobre o valor de outorga mínimo atualizado de R$ 159 milhões, conforme definido no edital.
A operação e manutenção da linha 15, atualmente administrada pelo Metrô de São Paulo, serão concedidas ao grupo pelo período de 20 anos. O valor do contrato é estimado em R$ 4,7 bilhões, o que corresponde à soma das receitas tarifárias de remuneração e de receitas não operacionais, como exploração comercial de espaços livres nas estações. Ao longo de todo o prazo da concessão, o concessionário deve investir R$ 345 milhões no ramal.
“O nosso Governo em São Paulo é um governo liberal, que aposta na livre iniciativa e que acredita que programas de concessões, parcerias público-privadas e privatizações melhoram a condição e a qualidade do serviço público. Quando falamos em transporte público falamos em atendimento à população mais carente do nosso Estado e em especial aqui da Região Metropolitana de São Paulo. Parabéns à CCR por ter acreditado e apostado em São Paulo e no Brasil”, declarou o governador João Doria.
“O monotrilho é um transporte de massa de qualidade e a concessão da operação da linha 15-Prata é importante principalmente para os moradores da zona leste. Até dezembro vamos entregar mais quatro estações para ampliar o acesso ao transporte sobre trilhos”, destacou o secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.
O trecho a ser concedido terá 11 estações de Vila Prudente a Jardim Colonial: Vila Prudente, Oratório, São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói, Vila União, Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta, São Mateus e Jardim Colonial. A concessão está dividida em duas fases, sendo a primeira de Vila Planalto a São Mateus e a segunda até Jardim Colonial, cuja previsão de operação está programada para o segundo semestre de 2021. No total serão mais de 15 km de vias elevadas e áreas reurbanizadas com implantação de ciclovia e vegetação sob a estrutura elevada do monotrilho, inclusive sob as estações, localizada nos canteiros centrais.
“O grande diferencial da CCR é a gestão. Sempre buscamos bons profissionais para gerir nossos negócios e termos excelência operacional. Ao vencermos a licitação das linhas 5 e 17, pesquisamos e estudamos profundamente o sistema de monotrilho e contratamos os melhores especialistas para que estivéssemos preparados para novas conquistas neste modal. É um projeto desafiador, mas estamos preparados”, pontuou o presidente da CCR Mobilidade, Ítalo Roppa.
Linha 15-Prata – Com tecnologia de monotrilho, a linha 15 iniciou sua operação em agosto de 2014 entre as estações Vila Prudente e Oratório, com 2,9 km de extensão, contando com o pátio de manutenção e estacionamento de trens. Em abril do ano passado, foram entregues as estações São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União em mais 5,5 quilômetros de trilhos. Está prevista até o final deste ano a entrega das demais estações, cujas obras complementares estão em fase final de contratação. Ao todo, o Governo do Estado investe R$ 5,2 bilhões na construção do ramal. O ativo investido na implantação da linha e na aquisição de trens não está incluso na concessão.
A demanda estimada para a linha completa é de 405.460 mil passageiros por dia, fazendo interligação com a rede metroferroviária pela linha 2-Verde do Metrô, na estação Vila Prudente, e com três terminais integrados de ônibus, Vila Prudente, Sapopemba (da SPTrans) e o terminal São Mateus do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus/Jabaquara), gerenciado pela EMTU/SP.
12/03/2019 – Metrô SP