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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Linha Sul do metrô de Fortaleza só transporta 9,7% do total projetado de passageiros



  05/08/2019
person G1
Há sete anos a Linha Sul do Metrô de Fortaleza (Metrofor) entrou em funcionamento. Isto, após quase 13 anos de obras. Hoje, a linha que liga a capital a Maracanaú, na Região Metropolitana, é a maior via de transporte de passageiros sobre trilhos em operação no Ceará, tanto em extensão como em quantidade de usuários. Entre 2015 e 2018, o aumento dos embarques foi de 84%, passando de 4,6 milhões para 8,6 milhões. A situação da linha reflete justamente os dilemas do transporte metroferroviário em Fortaleza, que, apesar de bem avaliado por quem usa, ainda padece com o ritmo lento de expansão e oferta integral dos serviços.
Apesar da expansão de 84% no número de usuários, a linha transporta por mês 34 mil passageiros, o equivalente a 9,7% do projetado em 2012, quando o metrô entrou em operação. A estimativa era de que 350 mil passageiros fossem transportados por mês caso o sistema metroferroviário estivesse operando totalmente, com a Linha Oeste e o VLT, e integrado a outros modais, como ônibus.
O presidente do Metrofor, Eduardo Hotz, considera essa quantidade "um avanço significativo" e reitera que o número estimado de transporte de 350 mil pessoas por dia seria possível se, além da Linha Sul completamente estruturada, as linhas Oeste, Leste e o VLT já estivessem em funcionamento pleno.
"Eu não avalio como um problema, embora a primeira vista seja 10% do que havia sido citado, porque na realidade o nosso sistema está operando com marcha à vista, isto é, sem sistemas automatizados, porque eles não acabaram de ser implantados. A nossa previsão era conseguir fazer essa implantação até o fim do ano e ainda continuamos com essa pauta. Se isso acontecer nós estaremos em condição de dobrar a frota e reduzir pela metade o intervalo entre os trens, portanto estarei oferecendo um serviço de muito melhor qualidade", afirma.
Eduardo também garante que não "há decepção com esse processo", porque ele depende da liberação de recursos. "Nós sabemos que o metrô de Fortaleza tem sofrido com a liberação de recursos sendo feita de maneira não sistemática e abaixo do que estava previsto nos contratos originais por conta da dificuldades financeiras que passou o governo federal, e os próprios cuidados que eram necessários o governo estadual ter pra fazer as suas despesas".
Ele avalia que, embora a operação tenha déficits, ainda é bastante consistente em relação aos outros projetos. "A nossa demanda hoje é de 34 mil. Quando começamos esse processo, não tínhamos 5 mil ou 6 mil passageiros por dia. Isso é positivo porque traz não apenas uma receita adicional como também oferece às pessoas uma confiança de que o metrô está andando".
Intervalo entre as viagens gera queixas
Entre os usuários as queixas referem-se, sobretudo, ao intervalo de tempo entre as composições. Os 20 minutos de espera na Estação da Parangaba poderiam ser reduzidos, projeta a técnica de enfermagem Amanda da Silva, mas ela reconhece que de forma gradual o intervalo entre um metrô e outro tem diminuído. Há mais de dis anos, a Linha Sul é prioridade em seu deslocamento entre Maracanaú e Fortaleza.
O faturista Michel Platini, morador da Região Metropolitana, compartilha da percepção. Dos sete anos de abertura da Linha Sul, há seis ele usufrui do modal para chegar ao trabalho no Bairro Parangaba, em Fortaleza. Sai de casa às 6h e retorna às 17h. Trajeto rápido, que caso fosse de ônibus levaria cerca de duas horas. "É um transporte muito bom, mas se tivesse menos intervalo seria melhor. Tem vezes que está tão lotado que não tem nem como a gente subir", desabafa.
O presidente do Metrofor ressalta que a perspectiva é garantir recursos para que até março de 2020 o metrô esteja automatizado. O que poderá reduzir o intervalo das viagens e aumentar a frota uma vez que haverá mais segurança da sinalização. "Isto é, eu posso reduzir o intervalo para a metade. Com isso, posso dobrar a minha frota, porque terei mais segurança para colocar mais trens operando. Hoje opero com cinco trens e passarei a operar com dez quando tiver o sistema de sinalização. A oferta de lugares será não apenas maior do ponto de vista de quantidade como muito maior do ponto de vista da qualidade. Hoje tenho de 16 a 17 minutos, terei algo em torno de sete minutos e meio a oito minutos, que facilita muito a vida das pessoas".
Integração necessária
Uma das premissas para otimizar a expansão do transporte sobre trilhos é não vê-lo como "concorrente de algum outro sistema, sobretudo transporte público por ônibus", alerta o professor de Engenharia de Transportes da Universidade Federal do Ceará (UFC), Bruno Vieira Bertoncini. De acordo com ele, a não integração da rede metroferroviária com os ônibus e bicicletas é um elemento que prejudica o desempenho do sistema, bem como a mobilidade urbana. Um dos exemplos é a ausência de políticas para transporte de bicicletas nos vagões ou mesmo de bicicletários nas estações.
Além disso, o traçado da linha passando por áreas pouco adensadas de população, ou de comércio, pode comprometer a atração do modal e provocar um efeito de concentração de viagens em momentos bem definidos do dia e gerar ociosidade em outros períodos. "Uma quantidade de passageiros transportada por dia muito abaixo da capacidade do sistema pode ser ruim, não apenas para o equilíbrio financeiro do mesmo, mas também para outros aspectos, como manutenção do nível de serviço do sistema. Contudo, a demanda dependerá da existência de atividades ao longo do corredor, bem como da possibilidade de integração com os demais componentes da oferta de transportes".
Tarifas não pagam operação
Na Linha Sul, as tarifas são R$ 3,60 a inteira e R$ 1,80 a meia. Mas os valores pagos pelos usuários não custeiam nem as operações e nem a manutenção da linha. Essa situação, explica o conselheiro da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), Conrado Grava de Souza, é comum nas operações do transporte público sobre trilhos. Conforme o professor Bruno Bertoncini, "seria inviável repassar tais custos para o valor da tarifa, pois ficaria muito cara".
O representante da ANPTrilhos também destaca que poucos sistemas pesados de metrô público do mundo são autossuficientes. Um exemplo é o sistema de São Paulo, que paga o próprio custo operacional. "Se você tiver um bom planejamento e diminuir a ineficiência do sistema, consegue manter. Mas sequer tem condições de ampliar", pondera Souza.
O G1 solicitou ao Metrofor os custos mensais de cada linha em operação, mas até a publicação desta matéria não teve resposta. Uma das alternativas avaliadas pelo Metrofor, segundo o presidente do órgão, Eduardo Hotz, é a exploração de receitas não tarifárias, como o aluguel de boxes nas estações. Isto pode acrescer entre 15% e 20% da cobertura de custeio das linhas.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Nova estação do Metrô de Fortaleza começa a funcionar na segunda, no Bairro Parangaba


12/05/2017 - G1

A 19ª estação da Linha Sul do Metrô de Fortaleza vai ser aberta ao público na próxima segunda-feira (15). A estação Juscelino Kubitschek fica na Avenida João Pessoa, no encontro com rua Alagoas, em frente ao antigo Bar do Avião. Serão beneficiados diretamente os bairros vizinhos, como Demócrito Rocha, Itaóca, Montese e Parangaba.

A estação é uma unidade elevada entre as estações Couto Fernandes e Parangaba. Terá andar térreo, mezanino e plataformas elevadas. No térreo, estão localizados o hall de bilheteria e as catracas eletrônicas. O mezanino abriga as salas técnicas e operacionais da unidade. Nas plataformas elevadas os usuários poderão embarcar para as demais estações da Linha Sul. A unidade tem uma área total de 3.200,56 metros quadrados.

Partindo da nova estação JK, o percurso de metrô terá duração de aproximadamente 26 minutos até a estação Carlito Benevides (Pacatuba), 22 minutos até a estação Maracanaú (no centro do município) e nove minutos até a estação José de Alencar, no centro de Fortaleza.

Equipada com sistemas de telecomunicações e de bilhetagem eletrônica presentes nas demais unidades, incluindo 20 câmeras de monitoramento, central de acompanhamento das imagens, equipamentos para avisos sonoros, itens de rádio digital para uso dos profissionais da unidade, além instalações de fibra ótica para transmissão de dados em qualidade digital.


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

No Ceará, linha Sul do Metrofor terá horário de funcionamento ampliado


15/08/2016Clipping do Dia ANPTrilhos

A linha Sul do Metrofor, que liga o município de Pacatuba a Fortaleza, terá o horário de funcionamento ampliado. Segundo o Metrofor, para atender a demanda, serão contratados 148 profissionais, que também serão direcionados para trabalhar nas obras do Sistema VLT do ramal Parangaba-Mucuripe. A mensagem que trata da contratação foi encaminhada para a Assembleia Legislativa do Ceará nesta terça-feira (9).

O projeto de lei cria as vagas temporárias e será contratada a instituição responsável pela seleção. A opção pela contratação temporária justifica-se, conforme o Metrofor, pela previsão de concessão do sistema metroferroviário à iniciativa privada, por meio de Parceria Público Privada (PPP).

Vagas operacionais
Todas as funções são de caráter operacional: assistente condutor, assistente controlador de movimento, agentes de estação, auxiliares operacionais, assistente operacional administrativo e técnico em segurança do trabalho. As remunerações variam de R$ 943,38 a R$ 1.388,25.

As contratações serão realizadas por um ano e há previsão de prorrogação por mais um ano. Para participar da seleção, o candidato não precisa ter experiência com funções ligadas à operação de trem e metrô, porque os aprovados no processo participarão de treinamento após a seleção.

Metrofor e VLT
Atualmente, estão em operação as linhas Sul e Oeste do Metrofor, em Fortaleza, e os sistemas VLT do Cariri e de Sobral. São 70 km em linhas metroferroviárias que transportam aproximadamente 645.600 passageiros por mês.


11/08/2016 – G1

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Ceará inaugura metrô incompleto a 4 dias da votação

03/10/2014
Às vésperas da eleição, com o candidato do governador Cid Gomes (PROS) ainda tentando a virada sobre o senador Eunício Oliveira (PMDB), a Linha Sul do Metrô de Fortaleza entrou em operação comercial (ainda parcial) nesta quarta-feira, 1.

O candidato apoiado por Cid, Camilo Santana (PT), foi quem anunciou a “novidade” no debate da TV Verdes Mares, afiliada da Rede Globo. Embora a nova operação seja entre segunda e sábado, o Metrô funcionará “excepcionalmente” neste domingo, dia do 1.º turno da eleição. O início do funcionamento normal está previsto somente para 2016. A inauguração, entretanto, era esperada para a Copa do Mundo de 2014.

Visivelmente ainda há muito a ser feito: sinalização e ventilação das estações, por exemplo, ainda não estão completas, e há falhas no sistema de informações sonoras dos trens. Com 24km (liga o Centro de Fortaleza a Pacatuba, na Região Metropolitana), a Linha Sul começou a ser construída em 1999 e custou, até o momento, cerca de R$ 2 bilhões. Recebeu recursos do governo estadual e da União, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O governo do Ceará nega que o início da operação tenha objetivo eleitoreiro. Segundo a Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor), a novidade foi possível graças à assinatura de um convênio pendente com o governo federal no valor de R$ 200 milhões e assinado “na semana passada”. Ainda segundo a companhia, de economia mista e ligada ao governo estadual, a operação já poderia ter começado na segunda-feira, mas, “para comunicar à população, decidiu-se começar no primeiro dia útil de outubro”, quarta-feira.

Com recursos do PAC desde 2007, as primeiras estações da Linha Sul só ficaram prontas em junho de 2012, quando teve início a chamada “operação assistida”, com viagens gratuitas entre segunda e sexta-feira, das 8h às 12h. Esta semana, o serviço foi estendido: de segunda a sábado, das 6h30 às 19h, agora com cobrança de tarifa (R$ 2,20 a inteira e R$ 1,10 a meia. É o mesmo preço das passagens de ônibus.

O número de trens operando, entretanto, permanece o mesmo: somente três, o que significa um tempo de espera de 30 minutos entre um e outro. Somente com a operação total, no início de 2016, é que o tempo de espera cairá para entre 3 e 6 minutos, informou a Metrofor, com a circulação de 25 trens.

O procurador regional do Ceará, Rômulo Conrado, informou que não vê irregularidade eleitoral no início da operação dias antes da eleição.

Remoções. No reduto eleitoral do governador Cid Gomes e de seu irmão Ciro Gomes (PROS), outro metrô, também atrasado e com recursos da União, continua sem data para começar a operar. O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Sobral, cidade do sertão cearense a 240km da capital, deveria ter sido entregue em dezembro de 2012, mas até hoje não opera. Nesta quinta-feira, 2, a Metrofor não quis dar uma previsão para o início de operação do “Metrô de Sobral”, como é chamado.

A construção do VLT, que custou até agora cerca de R$ 90 milhões, envolveu um polêmico processo de remoção de 18 imóveis. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do governador Cid Gomes não retornou. Ironicamente, no trecho onde hoje se veem apenas os escombros das casas que foram removidas, há placas de propaganda não só do candidato apoiado pelo governador, Camilo Santana, mas também de seu principal concorrente, Eunício Oliveira.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Fase de testes do Metrofor já dura 2 anos sem data para acabar

28/08/2014 - Jornal de Hoje
Seu Francisco Edilson, 49, aproveita o “friozinho” do Metrô de Fortaleza (Metrofor) duas vezes por semana. Às sextas-feiras, ele vai ajeitar o jardim do chefe, na Parangaba, mas, nas quartas, o senhor sai do bairro Ancuri, de ônibus, e vai até a estação no Benfica só para passear. Elevai e vem até a estação Carlito Benevides, que é o final da linha Sul em Maracanaú, só admirando a cidade.

Em dois anos, Edilson já acumula 64 viagens, contabilizadas em um papel afixado na parede de casa. Viajar no metrô, que ele sempre “quis alcançar”, é uma diversão que vai durar até acabar o período de operação assistida, quando o serviço deixa de ser de graça e estende os horários – hoje, funciona de 8h às 12horas. “Enquanto eles não colocam para pagar, eu vou testando também”, comenta o jardineiro.

Com início em junho de 2012, a operação assistida, ou fase de testes, segundo a assessoria de imprensa do Metrofor, espera por licitação para equipamentos de “de sinalização, de controle, de ventilação e de bilhetagem”, no valor de “R$ 187 milhões”, e ainda permanece sem data para acabar. Com o início da operação comercial, o tempo de espera entre um trem e outro cairia de 30 minutos para cinco e o horário de funcionamento será das 5h30 às 23 horas.

Enquanto espera a nova fase do transporte, Edilson tem esperança de passar das 100 viagens de graça, mas a opinião do jardineiro não é compartilhada pela maioria. Para a universitária Mirian Vasconcelos, 21, que sai do Conjunto Jereissati II com direção ao Centro, o horário de funcionamento atual é inconveniente. “Saio 6h da manhã de casa para pegar um ônibus e ainda chego atrasada. Se fosse num horário mais cedo, seria ótimo. Deviam colocar logo para gente pagar”, opina a estudante que só utiliza o serviço quando a aula da faculdade termina mais cedo e ela consegue ir até o emprego, em Parangaba, de metrô.

Com viagem confortável e rápida - leva-se em média de 35 a 40 minutos para percorrer os 24 km da linha sul que liga a estação Chico da Silva, no Centro, à Carlito Benevides, em Maracanaú -, o Metrofor é elogiado pela massoterapeuta Rose Fernandes, 43. “Isso é tão bom que nem parece transporte público”, afirma, mantendo, contudo, algumas ressalvas.

“Essa demora em estender os horários e passar a cobrar passagem só pode ser para beneficiar os empresários de ônibus. Quem deixaria de pegar um metrô para andar num ônibus quente e lotado?”, questiona.

A comodidade também é elogiada pela autônoma Fátima Monteiro, umas das 11 mil pessoas que circulam diariamente no Metrofor. “Saio da quentura do Centro e chego em casa bem geladinha. É bom demais, devia ser era o dia todinho”, conta, na torcida de que a operação comercial comece logo.

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Segundo a assessoria do Metrofor, o serviço será integrado ao sistema de transporte público existente, “sendo definido posteriormente como se dará a integração sobre o preço das passagens”.

Espera-se que,quando integrado aos demais sistemas metroferroviários e de ônibus, 355 mil passageiros circulem diariamente no Metrofor.

Duas das 20 estações na Linha Sul ainda estão em obras. A Padre Cícero (localizada atrás do campo do Ceará) e a Juscelino Kubitschek (próxima ao Bar Avião, na avenida João Pessoa) “entraram no PAC da Copa para mobilidade e estão sendo construídas, devendo ser finalizadas no início do ano que vem”.

Durante a viagem de ida e volta, a reportagem verificou que os alertas sonoros e luminosos, avisando em que ponto a viagem está, não estavam funcionando.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Trecho subterrâneo do metrô de Fortaleza é entregue à população


Recurso para o projeto é de R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 1,2 bilhão de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

A cidade de Fortaleza recebeu, nesta quinta-feira (18), a Linha Sul do metrô, com a entrega das estações José de Alencar e Chico da Silva, assim como todo o trecho subterrâneo. O valor total do projeto é de R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 1,2 bilhão de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, e R$ 300 milhões do estado do Ceará. A presidenta da República, Dilma Rousseff, e o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, participaram da cerimônia de inauguração no local.

Os investimentos federais são repassados pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), empresa pública ligada ao Ministério das Cidades, para Companhia Cearense de Trens Metropolitanos (Metrofor), executora do projeto da Linha Sul do Metrô. Assim que concluído, todo o sistema atenderá os municípios de Fortaleza, Maracanaú e Pacatuba. A expectativa é de que após a integração plena com os demais modais de transporte, o metrô de Fortaleza transporte cerca de 350 mil passageiros por dia.

Segundo o governo do Ceará, trabalhadores e estudantes que gastam diariamente 1 hora para se deslocar nesse percurso, economizarão tempo com a linha inaugurada já que todo o percurso será feito em menos de 30 minutos. O Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro destacou, durante