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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Trensurb opera pela primeira vez com 13 trens novos ao mesmo tempo



25/02/2019
A Trensurb informou que opera com 13 dos 15 trens da série nova e com ar condicionado, circulando no pico do fim da tarde desta sexta-feira. É a primeira vez, desde fevereiro de 2016, que a empresa atinge essa disponibilidade. Em fim de dezembro, o presidente da estatal, David Borille, confirmou que, em março, quando a demanda pelo transporte voltar a crescer, todos os 15 equipamentos vão estar operando em horários de pico.

No fim do ano passado, a fabricante concluiu o conserto do 15° trem novo, adquirido ainda em 2012 pelo consórcio FrotaPoa (formado pela francesa Alstom e pela espanhola Caf), que venceu a licitação.

As composições apresentaram defeito desde que começaram a ser usadas, em 2014. Em 2016, foram retiradas de circulação e precisaram de conserto, sobretudo nas caixas de rolamento. Até hoje, os 15 trens nunca operaram em simultâneo.

Atualmente, a Trensurb atende a seis cidades da região Metropolitana e Vale do Sinos, em 22 estações. A extensão total do sistema é de 43,8 km, o que permite a circulação de 20 composições por hora, em cada sentido. A estatal também opera hoje com 25 trens Série 100 (antigos), sem climatização.

Fonte:
https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/geral/tr...


sexta-feira, 28 de julho de 2017

Insegurança e falta de estrutura: após quase 10 anos, Trensurb pede reajuste de 47% na passagem


26/07/2017 - Sul 21


A Trensurb​ quer aumentar o valor da passagem depois de uma década cobrando R$ 1,70 pela viagem. Após a realização de um estudo interno, o pedido de reajuste de 47% foi encaminhado, em maio, ao Ministério das Cidades. Se aprovado, a tarifa passaria para R$ 2,50. O Sul21 conversou com usuários que consideram o valor injustificável, tendo em vista a precarização dos serviços nos últimos anos e a falta de segurança nas estações.

Nota do blog TransUrbPass
O governo federal, por pura demagogia e por não perseguir o equilíbrio financeiro, já que o dinheiro não é dele mas do povo, não vem autorizando o aumento das tarifas das suas operadoras de trens de passageiros (CBTU e Trensurb) há anos. 
Enquanto o sistema ônibus e os sistemas de trens estadual e privado têm reajustes regulares, o sistema de trens de passageiros federal não reajusta há anos. Para se ter uma ideia, as operadoras de VLT da CBTU em Natal, João Pessoa e Maceió cobram há anos R$ 0,50 de tarifa, enquanto que os sistemas ônibus dessas cidades cobram, respectivamente, R$ 3,35, R$ 3,20 e R$ 3,50. Em Recife a tarifa do trem está congelada, desde 2012, em R$ 1,60, e a dos ônibus está em R$ 3,20 para o Anel A e R$ 4,40 para o Anel B. A Trensurb convive com uma tarifa do sistema ônibus de R$ 4,05 e só cobra R$ 1,70. Essas tarifas demagógicas cobradas pelo governo federal alcançam no máximo 30 % dos custos dos sistemas mencionados (apenas o metrô de Belo Horizonte tem uma relação melhor). 
Por outro lado, como as receitas das operadoras federais são integralmente incorporadas ao Tesouro, elas são custeadas através do Orçamento Geral da União. Considerando os cortes anuais nos orçamentos e os contingenciamentos praticados há muitos anos, as operadoras federais vão ficando sucateadas e prestando um serviço precário às populações onde estão localizadas. Como não investem adequadamente em manutenção, são obrigados a investir verdadeiras fortunas em recuperação dos sistemas de tempos em tempos, quando chegam a conclusão que o serviço vai parar. 
Quem paga a conta e convive com sistemas inseguros é a população.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Trens em manutenção só serão devolvidos à Trensurb em outubro


06/07/2017 - Zero Hora

Recolhidos para reparos em abril de 2016, os últimos cinco dos 15 novos trens da Trensurb deverão voltar a operação somente no mês de outubro. Os reparos destes cinco trens deveriam ter sido concluídos pelas empresas Alstom e CAF — responsáveis pela construção dos veículos e pelos consertos — no mês de maio.

Em abril de 2016, toda a nova frota foi retirada de operação após a identificação de que havia infiltração nos rolamentos nos veículos, que custaram R$ 242,6 milhões quando foram adquiridos, em 2012. A Trensurb não se manifesta publicamente sobre o assunto. O Ministério Público Federal (MPF) havia fixado o prazo de 20 de maio para a retomada de todos os novos veículos, o que acabou não ocorrendo.

Para suprir a demanda, a Trensurb precisa colocar todos os mais de 20 trens antigos em funcionamento. A medida causa aumento na conta de luz que a empresa paga, pois os estes veículos consomem mais energia. Somente em 2016, o custo extra estimado em R$ 2,73 milhões. A Trensurb promete que este valor será cobrado das empresas que construíram os novos veículos.


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Frio provoca rachadura em trilho da Trensurb em Canoas


19/07/2017 - G1

O frio desta terça-feira (18) fez com que um trilho do Trensurb trincasse entre as estações Fátima e Niterói, localizadas em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A capital gaúcha registrou 4°C na madrugada desta terça, conforme a estação meteorológica do Aeroporto Salgado Filho, que configura o dia mais frio do ano.

Por conta da situação, a velocidade é reduzida no trecho, no sentido Novo Hamburgo - Porto Alegre, mas sem mudança no tempo de viagem, conforme a Trensurb.


Perto da Estação Fátima foi colocada uma tala, e o conserto definitivo deve ser realizado durante a noite.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Seis escadas rolantes da Trensurb estão desativadas desde 2013 e outras cinco paradas sem previsão de conserto


18/04/2017 - Diário Gaúcho

Há pelo menos três anos, a dona de casa Clenir Fátima Costa de Vargas, 58 anos, percebe que as escadas rolantes da Estação Unisinos da Trensurb, localizada em São Leopoldo, não funcionam. Clenir utiliza o trem todos os dias e já perdeu a conta das vezes em que viu idosos e pessoas com deficiência terem dificuldades para chegar nas plataformas por conta do não funcionamento das escadas rolantes.

Ainda conforme a dona de casa, principalmente no período da manhã, a estação está sempre cheia. E, sem o equipamento funcionando, o tumulto é ainda maior.

— Idosos, estudantes, trabalhadores, todos misturados correndo contra o tempo e sem um dos meios de acesso. São quatro escadas e nenhuma funciona, nem para subir nem para descer. É horrível — comenta.

Amontoadas para não perder o trem, Clenir costuma ver as pessoas usando a escada rolante como escada comum. E fica aflita:

— Imagina se, do nada, a escada liga e alguém cai ou fica preso por falta de aviso?

A dona de casa já fez várias reclamações para a Trensurb, mas não presenciou alguma manutenção ou o conserto das escadas.

— Eles sempre usam a justificativa da falta de verba. Não há interesse em resolver o problema. Eu não sou a única prejudicada, são muitas pessoas — diz ela.

Em julho de 2013, o DG já denunciava a falta de funcionamento dos equipamentos.

Desativação é permanente, diz empresa

Para o descontentamento de Clenir, as escadas rolantes não voltarão a funcionar. A Trensurb informou que as quatro escadas da Estação Unisinos e outras duas da Estação São Leopoldo estão desativadas permanentemente desde dezembro de 2013. Em julho do mesmo ano, quando o DG fez uma reportagem sobre o assunto, a empresa havia informado que até agosto as escadas estariam consertadas, o que não aconteceu. O motivo, conforme a Trensurb, é o extenso desgaste e a impossibilidade de conserto, pois o fabricante abandonou o suporte ao modelo.

A Trensurb disse ainda que chegou a firmar contrato de compra de novas escadas rolantes, mas a empresa não apresentou a documentação necessária, o que impossibilitou o serviço. Uma nova licitação será lançada em breve, e o processo de troca das escadas deverá ser concluído no segundo semestre de 2018.

Ao todo, a empresa tem 50 escadas rolantes instaladas nas 22 estações. Tirando as seis desativadas, as outras 44 passam por manutenção frequente, diz a Trensurb.

"Fluxo interno"

Atualmente, cinco estão paradas: duas na Estação Mercado, uma na Estação Rodoviária, uma na Estação Sapucaia e uma na Estação Fenac. Não há previsão para a conclusão do conserto das escadas.

Em nota, a Trensurb salientou ainda que "as escadas rolantes não são equipamentos de acessibilidade, mas dispositivos para melhorar o fluxo interno das estações. Pessoas com dificuldades de locomoção devem utilizar os elevadores e rampas". Além disso, "os agentes metroviários e seguranças são treinados para atendimento a pessoas com deficiência, e a empresa conta com plataformas portáteis para transporte de cadeiras de rodas em escadas fixas, quando necessário".


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Trensurb tem nove dos 15 novos trens fora de operação há 10 meses


13/02/2017 - G1

Nove das 15 novas composições do Trensurb estão parados há 10 meses devido a problemas mecânicos, como mostra reportagem do RBS Notícias (veja no vídeo). Além de ter de usar os vagões antigos, sem ar-condicionado, os passageiros relatam episódios de violência devido à ausência de câmeras de monitoramento, ao contrário dos veículos novos. Cerca de 200 mil pessoas usam o serviço diariamente.

As novas composições, que têm câmeras e ar-condicionado, começaram entrar em operação em 2014. No entanto, no dia 7 de abril de 2015, um dos novos vagões descarrilou e bateu em uma plataforma, deixando uma multidão de passageiros sem poder voltar para casa.

Cerca de um ano depois, uma infiltração no sistema de rolamentos foi percebida durante uma manutenção preventiva. A Trensurb decidiu tirar de circulação as 15 composições, deixando apenas os vagões antigos em funcionamento.

Segundo a Trensurb, os trens estão parados para fazer uma adequação técnica no rolamento de cada composição. Durante uma investigação técnica, foi constatado que os rolamentos permitiam a entrada de umidade. O reparo foi realizado em seis dos 15 trens. A empresa que gere o modal emprestou as oficinas para a fabricante fazer a troca.

O Ministério Público Federal (MPF) diz ter multado os fornecedores em R$ 4 milhões, e fechado um acordo com a empresa que gere o modal, para que toda a frota adquirida por R$ 243 milhões entre em circulação até o dia 20 de maio.

"Se não houver esse cumprimento, cabe uma ação do Ministério Público até para cobrar alguma indenização para os usuários por esse prejuízo que eles estão tendo", diz o procurador do MPF Celso Três.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) também abriu uma investigação sobre um suposto cartel – a combinação de preços entre as empresas concorrentes – na compra dos trens. Enquanto isso, os passageiros que usam os trens da frota antiga contam que, devido à ausência de câmeras de monitoramento, viraram alvo de bandidos.

"Tem arrastão às vezes no trem e eles não fazem nada. Os caras vão nos trens que não têm câmeras, fazem arrastão e levam celulares", conta o pintor Antony Camargo.

A auxiliar de cozinha Rosane da Rosa relatou um caso semelhante. "Entraram dentro do trem e fizeram arrastão", conta, descrevendo a ação de um dos bandidos: "Foi tirando bolsa e celular das pessoas, e depois saiu no meio do pessoal. A polícia não fez nada."

A Trensurb informou que tem câmeras em todas as estações e mantém seguranças fixos nas mais movimentadas. "Trabalhamos com a Polícia Civil, fornecendo imagens para o inquérito policial", acrescenta o chefe de operações da empresa, Juliano Boeck.

A reportagem procurou a Alston, fornecedora dos trens, mas a multinacional não se manifestou sobre o caso até a publicação da reportagem pela RBS TV.


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Novos trens devem chegar em Porto Alegre apenas em 2017, afirma Trensurb

08/11/2016 - R7: Correio do Povo

A Trensurb deve apresentar novos trens apenas em 2017. Atualmente, apenas cinco dos quinze novos trens estão circulando entre o Vale do Sinos e Porto Alegre. De acordo com a empresa, em abril deste ano, a frota nova, que somou investimentos de R$ 243,7 milhões em quinze composições, foi retirada de circulação depois de um ano e dois meses de funcionamento devido a problemas nos rolamentos, o que ocasionou infiltração de água nos carros, impossibilitando-os de funcionarem de maneira correta.
Em maio, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito para apurar o caso e, desde então, vem acompanhando a situação. O procurador da República em Novo Hamburgo Celso Tres é o autor da ação e afirma que a Trensurb já apresentou justificativas para o problema, inclusive aplicando multa para os fornecedores. "A empresa também já me encaminhou um cronograma para reparos que serão feitos nos veículos mas como as peças para reparo precisam vir de fora do pais a situação só deve ser totalmente resolvida em maio do ano que vem”, explica.
Conforme a assessoria da Trensurb, o Consórcio FrotaPoa, formado pelas multinacionais Alstom e CAF, já foi penalizado em mais de R$ 4,5 milhões pelos problemas detectados. A Trensurb explica também que como ainda há um saldo contratual de cerca de R$ 15 milhões, os valores de multas serão descontados dos pagamentos do consórcio, que foram suspensos após a detecção dos problemas.
Além da multa inicial estabelecida em 1% do valor total do contrato, que é de R$ 243,7 milhões, a Trensurb deve ser compensada por perdas e danos pela não circulação dos novos trens.
Usuários reclamam 
O verão nem chegou e as altas temperaturas já causam desconforto para os usuários do Trensurb. Realizando o trajeto do Vale do Sinos para Porto Alegre, a principal queixa dos passageiros é a falta de climatização dos vagões, que foram fabricados em 1984. "Eu gosto do serviço porque é pontual e barato, mas é muito desconfortável utilizar o trem nos dias de calor. Já passei mal durante o verão", disse a aposentada Clélia Moser, que se deslocada entre São Leopoldo e Porto Alegre para fazer tratamento médico, duas vezes por semana.
A reclamação dela, e da maioria dos usuários, ainda é reforçada pela falta de circulação dos novos carros adquiridos pela Trensurb em 2013, justamente para resolver essa situação.


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Trens com oito vagões entram em circulação em Porto Alegre

23/02/2015 - G1 RS
Entraram em funcionamento nesta segunda-feira (23) dois trens de oito vagões na linha da Trensurb, que liga as cidades de Porto Alegre e Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, Rio Grande do Sul. Os trens estendidos ligam as estações Mercado, na capital, e Sapucaia, em Sapucaia do Sul, trecho mais movimentado do percurso. Na terça-feira (24) serão colocados em circulação outros quatro trens com quatro vagões cada.


Os trens com oito vagões devem circular diariamente entre 6h30 e 8h30, e 17h30 e 19h30. A melhoria dobra a capacidade de transporte de passageiros para duas mil pessoas por viagem. A medida é uma alternativa para ampliar a oferta de lugares no metrô em um mesmo espaço de tempo, uma vez que o intervalo mínimo entre viagens já foi atingido, conforme a administração da Trensurb.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Trensurb dá início à operação comercial em novas estações

08/05/2014 - Trensurb
Desde as 5h da manhã de hoje (8), as três novas estações que são parte da expansão da Linha 1 da Trensurb – Industrial, Fenac e Novo Hamburgo – operam comercialmente. O acesso ao sistema é feito mediante pagamento da passagem unitária de R$ 1,70. 

Prestigiando o momento histórico – que sinaliza o término do projeto inicial previsto para o metrô gaúcho desde a década de 1970 pelo antigo Grupo de Estudos para a Integração da Política de Transportes do governo federal – a diretoria da Trensurb e o prefeito de Novo Hamburgo, Luis Lauermann, visitaram as novas estações para ratificar o inicio da operação comercial e observar a estrutura e a tecnologia que compõem os pontos recém-inaugurados. 

“Essa conquista é para a mobilidade urbana, não apenas para a integração da cidade, mas, também, para a do Vale dos Sinos com a Região Metropolitana. A extensão do trem, com esse significativo investimento do governo federal, representa uma melhora na mobilidade, integração regional, ganho de tempo, economia e conforto para os trabalhadores e comunidade”, disse o prefeito Lauermann.

Fazendo referência à antiga linha da Rede Ferroviária Federal, o diretor-presidente Humberto Kasper afirma que a Trensurb “reconstituiu em definitivo uma linha de trens de passageiros para essa região, fundamental tanto no desenvolvimento histórico dessas cidades, como na retomada e continuidade do progresso social e econômico da região”.

O início da operação comercial nas novas estações foi determinado após a realização de ajustes pontuais no trecho, referentes principalmente a sistemas de sinalização e energia. 

“Esse é um novo momento em que entra a Trensurb. O sistema em si está completo para garantir toda a segurança e conforto para o usuário, mas vale lembrar que ainda estamos em um processo sistemático de monitoramento do comportamento desses sistemas e nossa equipe, em parceria com o Consórcio Nova Via, está preparada para realizar qualquer adequação necessária e ajustes para garantir a manutenção da seguridade e qualidade da operação comercial”, explicou o diretor de Operações, Carlos Augusto Belolli.

As estações Industrial, Fenac e Novo Hamburgo abriram ao público em 2 dezembro de 2013, funcionando, desde então, em regime pré-operacional, sem cobrança de passagem. Desde 30 de janeiro deste ano, a pré-operação acontecia no horário integral de circulação dos trens, das 5h às 23h20. Só em abril de 2014, 412.739 passageiros acessaram a Linha 1 através das três novas estações.

Para o diretor de Administração e Finanças, Leonardo Hoff, “é um momento importante para a comunidade do Vale do Sinos. Não é só Novo Hamburgo que está embarcando aqui, mas toda a região dos vales do Sinos e Paranhana. Temos só recebido elogios da população".


Pela Trensurb, também participaram da vistoria desta manhã, o superintendente de Desenvolvimento e Expansão, Ernani Fagundes, os engenheiros Lino Fantuzzi - Coordenador Geral da Obra - e Erno Zimpel. Também estiveram presentes, o vice-prefeito de Novo Hamburgo, Roque Serpa, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo, Carlos Finck e o vereador Gilberto Koch.