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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Obras das estações 106 Sul e 110 Sul do Metrô-DF avançam para fase final


  15/01/2019 Correio Braziliense
   Obras das estações 106 Sul e 110 Sul do Metrô-DF avançam para fase final O presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral Ribeiro, e o diretor técnico, Luiz Carlos Tanezini, visitaram as obras de conclusão das Estações 106 e 110

O fim das obras nas duas estações está previsto para abril, mas governo quer acelerar a entrega

O presidente da Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF), Handerson Cabral Ribeiro, e o diretor Técnico da empresa, Luiz Carlos Tanezini, visitaram, nessa segunda-feira (14/1), as obras de conclusão das Estações 106 e 110 Sul.

O funcionamento do embarque e desembarque pelo Eixo W, na altura do Cine Brasília e no antigo Cine Karim, está previsto para abril, mas o governo tenta acelerar, junto à empresa responsável, a conclusão das obras para antes desse prazo.

Segundo a pasta, a conclusão das estações ampliará a prestação do serviço de transporte metroviário, bem como aumentar a receita tarifária. As duas estações são uma demanda antiga da população e estavam paradas havia mais de 20 anos, quando foi construído o túnel da Asa Sul.

O presidente Handerson Cabral destacou a importância das estações para o sistema e considerou que as obras estão com um bom andamento. "As equipes técnicas do Metrô-DF têm acompanhado todas as etapas e têm feito o possível para entregar a primeira etapa das estações o quanto antes. Para a segunda etapa, estão previstas as obras para a construção da passarela que liga os eixos W e L, sob os Eixinhos e o Eixão, além de acessos em superfície", afirmou.  O GDF recebeu financiamento de R$ 18.706.090,48 para a conclusão da estação da 110 Sul e R$ 21.282.164,56 para a da 106 Sul. Além dessas duas, está prevista a finalização da Estação Estrada Parque ainda neste semestre.

Fonte:
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cida...


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Expansão do Metrô-DF para Ceilândia e Asa Norte está prevista para 2019


15/01/2018Notícias do Setor ANPTrilhos         
Propostas para expansão da linha de Ceilândia e construção da primeira estação na Asa Norte estão sob análise pelo Ministério das Cidades, que liberou R$ 275,5 milhões para trecho de Samambaia

Após garantir o recebimento de R$ 275,5 milhões do Ministério das Cidades para a expansão do metrô em Samambaia, o Palácio do Buriti aguarda o sinal verde do órgão federal para outros dois projetos: a ampliação em 3,2 km da via dos trens em Ceilândia e a construção da primeira estação da Asa Norte. Pelas estimativas do Executivo local, as obras custariam R$ 354,4 milhões aos cofres da União e R$ 51,4 milhões aos caixas do GDF, totalizando R$ 405,8 milhões. A promessa do aumento da cobertura do transporte sobre trilhos perdura desde meados de 2009, quando o Distrito Federal foi incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade.

O GDF entregou as duas propostas ao Ministério das Cidades em junho de 2015, junto ao projeto relativo à expansão do sistema em Samambaia. Em Ceilândia, estima-se a construção de duas estações para garantir o alcance aos moradores do Setor O. A linha da Asa Norte, por sua vez, ficará próxima ao hospital regional da cidade. O governo espera receber uma resposta sobre as proposições até o próximo ano. No meio tempo, técnicos trabalham no planejamento de outras oito estações, entre a SQN 103 e o Terminal da Asa Norte.

De forma paralela, o GDF pretende finalizar, entre junho e agosto, as obras nas estações inoperantes da 106 e 110 Sul, além da Estrada Parque, entre Taguatinga e Águas Claras. O governo, contudo, não prevê recursos para colocar em funcionamento as paradas da 104 Sul e Onoyama, situada entre as estações Praça do Relógio e Centro Metropolitano, conforme previsto no plano de governo, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — o Executivo local pretende pleitear o valor necessário para essas reformas com a União e bancos.

Diretor-presidente da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô/DF), Marcelo Dourado afirma que o governo investirá cerca de R$ 38 milhões na conclusão das obras previstas. “O GDF conseguiu um aporte de recursos do Banco do Brasil e estamos na fase final do processo licitatório. Apenas com a finalização da estação Estrada Parque, beneficiaremos estudantes de cinco a seis universidades”, garantiu.

Samambaia

A previsão é que as obras da expansão do transporte sobre trilhos de Samambaia comece em novembro. O projeto completo, que inclui a modernização do sistema, prevê investimentos de cerca de R$ 315 milhões — R$ 275 milhões provenientes do orçamento-geral da União e R$ 40 milhões do GDF. O valor, contudo, pode cair, a depender do resultado do processo licitatório, cuja previsão de lançamento é junho.

As obras devem durar cerca de três anos e os recursos serão liberados pelo governo federal conforme os avanços da construção. Hoje, Samambaia conta com três outras estações: Furnas, Samambaia Sul e Terminal. As novas paradas serão construídas nas quadras 111, próximo à Feira Livre, e 117, ao lado da Vila Olímpica Rei Pelé. Dourado estima que 30% da população da cidade seja beneficiada com a expansão. “Serão cerca de 78 mil pessoas afetadas direta ou indiretamente”, ressaltou.

Especialista em políticas públicas de transportes e pesquisador da Universidade de Brasília (UNB), Artur Morais vê o investimento com bons olhos. De acordo com o professor, além de melhorar as condições de acesso da população ao sistema, a iniciativa vai incrementar a valorização do imóvel na região. “A média de aumento no valor de unidades residenciais ou comerciais é de 15%. Outro ponto positivo é que as pessoas que trabalham fora e precisavam pegar um ônibus e, depois o metrô, economizarão tempo e dinheiro”, frisou.

Estudo da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) aponta que grande parte dos moradores de Samambaia tem empregos fora da região administrativa. Entre os habitantes, 29,59% trabalham no Plano Piloto; 9,23% em Taguatinga e 8,20% e outras localidades. A estimativa, portanto, é que o aumento do alcance das linhas de metrô, desafogue a demanda dos ônibus, por exemplo, que levam 46,86% residentes da cidade ao trabalho.

Mais recursos

O orçamento do Metrô para este ano, que ficou em torno de R$ 416 de milhões, pode crescer. No projeto de lei encaminhado à Câmara Legislativa que detalha o uso do R$ 1,4 bilhão economizado com a reforma da previdência e incrementado com o recebimento de precatórios, consta a destinação de R$ 18,4 milhões ao órgão. O valor será usado na reforma de estações. A de Arniqueiras, em Águas Claras, passará por melhorias na acessibilidade.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Energia solar proporciona economia no metrô no Distrito Federal


20/09/2017 - Revista Ferroviária

O sol e a tecnologia serão responsáveis a partir de outubro por todo o sistema de energia das bilheterias, plataformas e iluminação da Estação Guariroba, no Distrito Federal. A informação do diretor-presidente do Metrô-DF surpreendeu boa parte do público da 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, na tarde de quarta-feira (20/09/2017), na Universidade Paulista (UNIP), na Rua Vergueiro, número 1.211, Paraíso, São Paulo.

Segundo Marcelo Dourado, a aquisição de placas fotovoltáicas para a cobertura da estação em Ceilândia custou cerca de R$ 1 milhão. As matérias-primas foram importadas e a montagem feita por uma empresa paulista, vencedora de uma licitação.

“Ganhamos prêmio da Organização das Nações Unidas há 4 meses com esse projeto. Da energia gerada, 32% vai para a estação e o restante fica como crédito para pagar a conta de luz de todo o sistema”, comentou o gestor.

O Metrô-DF atende 200 mil pessoas diariamente, ao longo de seus 44 quilômetros de extensão. A conta de luz do sistema é de R$ 3 milhões/mês. De acordo com Dourado, a recuperação do investimento em Guariroba ocorrerá em quatro anos e meio, um sinal evidente de economia a médio e longo prazo que beneficiará todo o transporte de passageiros sobre trilhos da cidade.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Inovação a favor dos usuários


19/07/2017Notícias do Setor ANPTrilhos         
Metrô de Brasília (DF) terá a primeira estação totalmente sustentável da América Latina; 100% da energia utilizada será gerada pela luz do sol

Uma estação de metrô totalmente sustentável. Essa é a aposta do metrô de Brasília (DF). O projeto, em fase final de conclusão, está sendo implantado na estação Guariroba, em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, e consiste na geração de energia elétrica solar na própria estação. Além do Distrito Federal, pelo menos outras três cidades do mundo possuem estações sustentáveis: Milão (Itália), Nova York (Estados Unidos) e Nova Déli (Índia).

Estudos realizados apontam que a estação Guariroba terá capacidade média de geração de energia de 288.484,95 Kwh durante o primeiro ano de operação. Essa taxa é capaz de suprir 100% do consumo de energia da estação de passageiros e ainda produzirá um excedente equivalente ao consumo de outras duas estações com o mesmo porte.

A energia captada servirá para abastecer a plataforma, a bilheteria e todos os outros equipamentos que necessitam de energia elétrica. As placas fotovoltaicas, que convertem a luz solar em energia, serão instaladas no telhado e irão aproveitar a energia gerada pelo sol em complementação aos sistemas tradicionais de geração, reduzindo os custos a médio prazo.

O diretor-presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado, ressalta que essa é a primeira etapa de um projeto maior. “Nosso objetivo é transformar a área do centro de operação do metrô em uma grande usina de geração de energia limpa. As próximas estações que ganharão o mesmo padrão de utilização de energia serão Samambaia Sul e Feira, no Guará”, afirma.

Coordenador do programa Metrô Sustentável do Metrô-DF, Kenzo Ferreira, destaca os ganhos para o sistema e para os usuários. “As pessoas que usam o sistema diariamente em Brasília e, de uma forma geral, toda a população do Distrito Federal, serão diretamente beneficiadas pelo projeto, pois passarão a contar com um transporte público sustentável que utiliza tecnologias e conceitos modernos em relação à sustentabilidade ambiental de sua matriz energética”.

Ele ainda salienta que o projeto é inovador não só para o metrô de Brasília, mas também para todo o sistema metroferroviário.

O projeto está em fase de ajuste final em relação à estrutura de sustentação que receberá as placas fotovoltaicas.

A previsão é que o sistema entre em operação em setembro deste ano. O Metrô-DF também iniciou os estudos de viabilidade para a construção de uma usina solar de médio a grande porte, na área do Complexo Administrativo e Operacional do sistema, em Águas Claras (DF).

Iniciativa premiada

Em abril, o projeto da estação Guariroba recebeu o prêmio Golden Chariot Internacional Transport Award, na categoria Companhia Nacional de Transporte do Ano. A homenagem foi entregue na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Genebra, na Suíça. É a segunda vez que uma empresa latino-americana recebe o prêmio, criado em 2005.

As atividades do Metrô-DF tiveram início em janeiro de 1992. Em dezembro de 1993, foi criada a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal, que teve a incumbência de operar o novo transporte.

Atualmente, o sistema conta com 29 estações, das quais 24 estão em funcionamento. Os 32 trens em operação transportam, em média, 150 mil passageiros por dia nos 42,38km de extensão da linha.

Clique aqui e leia a reportagem em PDF


Junho/2017 – Revista CNT Transporte Atual

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Gasto com manutenção cai, e falhas no metrô do DF disparam em 2016

Levantamento exclusivo do G1 mostra que problemas em vagões aumentaram 14,86% entre 2015 e 2016. Verba caiu quase pela metade no período; 'mudanças de contrato', diz diretor.



Por G1 DF
04/02/2017 06h00  Atualizado há 1 hora

Com a passagem mais cara de todo o país, o metrô do Distrito Federal teve os serviços interrompidos por pelo menos 54 vezes em 2016. Relatório obtido com exclusividade pelo G1 revela que o número de "incidentes notáveis" – quando os vagões param por mais de 15 minutos em horário de pico, ou 20 minutos em horário normal – aumentou 14,89% em relação a 2015.

Ao mesmo tempo, o investimento em manutenção foi reduzido quase pela metade. Em 2015, foram 47 incidentes notáveis, e o Metrô empregou R$ 99 milhões na manutenção. Em 2016, o valor usado para o mesmo tipo de serviço foi de "apenas" R$ 45 milhões.

Em entrevista ao G1, o diretor de Operação e Manutenção do Metrô-DF, Carlos Alexandre da Cunha, admitiu o aumento de falhas significativas. Apesar disso, segundo ele, a diminuição do valor gasto em manutenção não quer dizer "que o investimento foi menor”. Questionado, ele não informou onde estaria o restante da verba que poderia compensar essa diferença.

“Passamos por três transições de contrato. Quando se tira um grupo de empresas e coloca outras para gerenciar isso traz realmente um prejuízo. Além disso, nosso sistema é obsleto.”

Cunha diz ter "esperança" de que a situação melhore em 2017. Segundo ele, o Metrô do DF assinou um contrato de R$ 20 milhões para investir na modernização dos trens e trilhos – o que deverá, segundo ele, melhorar o sistema.

Apesar da previsão de Cunha, o metrô já apresentou falhas de longa duração em 2017. Na última quinta-feira (2), um problema deixou o serviço interrompido por 40 minutos. Segundo a direção, uma falha no sistema de transmissão de dados impediu o funcionamento regular nas estações Asa Sul e na região da Estrada Parque. Fora da área afetada, a estação Central teve o embarque suspenso.

Em janeiro, o sistema também apresentou problemas. Na manhã do dia 11, uma falha de sinalização provocou atraso no embarque de passageiros. Segundo a companhia, a situação ocorreu entre as estações Arniqueiras e Águas Claras, atrapalhando o fluxo de trens entre 7h e 8h.

Aumento da passagem
Desde 2 de janeiro deste ano, a passagem do metrô custa R$ 5 no DF. A tarifa subiu R$ 1 no primeiro dia útil de 2017, valor que corresponde a uma alta de 25%. O governo diz que o reajuste foi necessário para continuar custeando a gratuidade de estudantes e pessoas com deficiência. A mudança causou protestos de passageiros e de deputados.

Questionado se uma viagem de metrô "valeria" os R$ 5 pagos no DF, frente ao alto índice de problemas, o diretor disse que o preço do tíquete ajuda a diminuir o subsídio pago pelo governo. Segundo ele, o valor é decidido com base em uma “planilha de custos”.

Com 24 trens, o Metrô funciona entre 6h e 23h30 de segunda a sábado e 7h e 19h aos domingos e feriados. A média é de 170 mil passageiros por dia. O sistema tem 42,3 km de extensão e liga Ceilândia e Samambaia ao Plano Piloto. A estação com maior fluxo é a da Rodoviária do Plano Piloto, por onde passam 30 mil pessoas por dia.
·         DISTRITO FEDERAL


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Metrô-DF terá primeira estação com captação de energia solar da América Latina

15/12/2016Notícias do Setor ANPTrilhos         

A Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) publicou, nesta quinta-feira (14), no Diário Oficial do Distrito Federal, edital de licitação para compra de equipamentos com montagem e instalação de Sistema de Energia Solar Fotovoltaica (SESFV) na Estação Guariroba, em Ceilândia. Será a primeira estação de Metrô na América Latina totalmente sustentável, com placas fotovoltaicas – que convertem a luz solar em energia elétrica. Outras estações de metrô no mundo que já têm placas fotovoltaicas: Milão, Nova Iorque e Nova Deli.

O Metrô planeja a inauguração da primeira estação com placas fotovoltaicas para o primeiro semestre de 2017, como parte de uma ação do Programa Metrô Sustentável, lançado em abril do ano passado pelo governador Rodrigo Rollemberg.

“A Estação Guariroba será a quarta no mundo totalmente autossuficiente em termos de energia elétrica, e Brasília se torna um exemplo na América Latina. Também será um espaço para que estudantes de várias universidades do DF e de outras unidades da federação possam acompanhar e estudar o funcionamento dessa estação, a primeira ambientalmente sustentável do Distrito Federal”, afirmou o presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado.

A implantação de um projeto piloto de minigeração de energia limpa com fontes de recursos naturais renováveis pretende diversificar a matriz energética da Companhia e servirá para subsidiar novas implantações em outras unidades operacionais do Metrô-DF, aumentando assim a participação de fontes alternativas e limpas para a operação metroviária. A energia captada servirá para abastecer a plataforma, bilheteria, mas não os trens.

As placas em Guariroba aproveitam a energia gerada pelo sol em complementação aos sistemas tradicionais de geração de energia elétrica, especialmente as usinas hidrelétricas e termelétricas, o que reduzirá, a médio prazo, os custos de energia elétrica.

Metrô Sustentável – O Programa Metrô Sustentável foi elaborado de acordo com as diretrizes do Programa de governo local e federal e estabelece metas e prazos para execução de ações com viés social, sustentável, econômico e educativo. A ideia é lançar projetos para utilização de energias renováveis no sistema metroferroviário; implantar a Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P; conscientizar usuários e empregados quanto ao uso racional dos recursos naturais e consumo consciente, entre outros.

Serviço:
Contratação de empresa Aquisição de Equipamentos com Montagem e Instalação de Sistema de Energia Solar Fotovoltaica – SESFV na Estação Guariroba do METRÔ-DF.
Data e hora da abertura das propostas: 18/01/2017, às 10h
Local: Comprasnet (www.comprasgovernamentais.gov.br)


14/12/2016 – Metrô-DF

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Metrô assina contratos de modernização para o sistema


23/09/2016 - Jornal de Brasília
A Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) assinou contrato com duas empresas vencedoras de três pregões eletrônicos para compra de equipamentos com montagem e instalação para modernização do Sistema de Transmissão de Dados da Linha 1 da empresa, Modernização do Sistema de Telefonia da Linha 1 e Sistema de Sonorização da Linha 1.

De acordo com a Companhia, a contratação das empresas vencedoras representa um avanço na modernização do sistema da Linha 1, que teve início com a compra dos rádios de comunicação, no ano passado. Os recursos são exclusivamente do Governo de Brasília.
A troca dos equipamentos do sistema transmissão de dados e do sistema de telefonia atual, adquirido na década de 80 e, portanto, obsoleto, garantirá maior eficiência na prestação do serviço. Já os novos aparelhos para a sonorização possibilitarão a comunicação remota via Centro de Controle Operacional (CCO), além de avisos, música, propagandas e campanhas nas estações.

O presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado, afirma que mais três licitações estão previstas para completar a modernização do sistema: energia, sistema de Circuito Fechado de TV (CFTV) e estação com placas fotovoltaicas, garantindo mais segurança e eficiência na prestação dos serviços aos usuários.


“Graças ao apoio do Governo de Brasília tivemos condições de realizar essas melhorias, que estão apenas no início. O nosso foco é melhorar o atendimento aos usuários”, afirmou.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Parceria com a iniciativa privada viabilizará abertura de estação do metrô


18/07/2016Clipping do Dia ANPTrilhos

O objetivo é concluir as obras da Estação Estrada Parque, em Águas Claras, e construir centro comercial no local
O objetivo é concluir as obras da Estação Estrada Parque, em Águas Claras, e construir centro comercial no local

A estação do metrô Estrada Parque, em Águas Claras, deve servir de modelo para outras futuras construções. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) espera aval do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) para lançar o edital de licitação para concluir as obras do local – paradas por falta de recursos – e promover a construção de um centro comercial na área. Cerca de 30 mil pessoas – sendo 10 mil estudantes universitários – serão beneficiadas. O Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas do governo de Brasília já autorizou o avanço do procedimento.

A operação do sistema, a arrecadação com a bilhetagem e os custos com manutenção ficam por conta do Metrô-DF. Como é uma concessão comum, e não uma parceria público-privada (PPP) de fato, não há contrapartida financeira por parte do governo. Os ganhos do concessionário, que terá de pagar uma outorga mensal ao poder público, serão com a exploração do centro comercial, a ele reservada durante 30 anos.

Benefício para estudantes universitários

O presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado, atenta para o fato de a região concentrar muitas universidades, o que torna a estação o local ideal para o desembarque de estudantes. “O maior benefício será para a população do DF, que contará com a abertura de mais uma estação do metrô, em especial para os cerca de 10 mil universitários da região, que hoje param longe de onde estudam.”

O terreno reservado para a Estação Estrada Parque fica no Lote 4.250 da Avenida Araucárias, em Águas Claras, próximo a Taguatinga. A área, com extensão de 29.008,32 metros quadrados, está inutilizada, e o acesso do público é inexistente.


14/07/2016 – Metrô-DF

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Após divulgação de vídeos, metrô apura suspeita de sabotagem no sistema

CORREIO BRAZILIENSE - ON LINE | CIDADES DF 25/04/2014

Metroviários do Distrito Federal voltam a ser alvo de investigação por suposta sabotagem. Imagens e áudios do circuito de segurança do transporte sobre trilhos flagraram dirigentes do sindicato da categoria tentando diminuir a quantidade de composições em operação. Os vídeos mostram uma diretora do Sindicato dos Metroviários pedindo a pilotos a paralisação de trens, para não haver mais de 12 em circulação, número determinado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para o período de greve dos trabalhadores do sistema, decretada há 20 dias. No entanto, menos vagões transitavam naquele momento, segundo a direção do Metrô. Sindicalistas da mesma entidade respondem a processos por crimes contra os passageiros e o Estado, em movimentos por melhores salários em 2001, 2011 e 2012.

Logo após a diretora aparecer nas filmagens conversando com os pilotos de todos os trens que paravam na estação, os operadores das locomotivas informam ao centro de controle que não mais trabalhariam naquele dia. Os áudios tornados públicos pelo Metrô-DF mostram cada um deles dando uma justificativa diferente para largar o expediente. Um alega estar passando mal. Outro diz que é uma determinação do oficial de Justiça. Um terceiro afirma ser um pedido do sindicato da categoria. "O sindicato está pedindo para recolher esse trem. Tem 12 trens na linha e pediram para recolher esse", diz um dos condutores.

O secretário de Administração, Wilmar Lacerda, afirma que uma sindicância interna vai apurar o caso. "Eles (os Metroviários) não cumprem as leis desde o primeiro dia de greve. Os sindicalistas abusam dos direitos de reivindicação e isso será analisado no processo administrativo", afirma.

Segundo Lacerda, o governo já ofereceu tudo o que podia para atender aos pedidos dos grevistas, e espera o julgamento do TRT sobre o movimento. "Dobramos o salário dos servidores. Agora, sugerimos aumento de 7,12%, o que supera a inflação. Não negociaremos mais. Esperamos que o TRT encerre essa pauta", diz.

A diretora do Sindicato dos Metroviários, Tânia Viana, que aparece nas imagens, alega que não foram divulgados os horários dos vídeos. Segundo determinação da Justiça, das 6h às 8h45 e das 16h45 às 20h15, no mínimo, 12 trens (50% do total) têm de funcionar. "Aquilo ocorreu às 11h, quando já podíamos diminuir o número de composições em atividade. Tanto estávamos certos que aquele homem que aparece nas imagens conosco é um oficial de Justiça", argumenta. O TRT informa que o dissídio coletivo de greve será julgado em regime de urgência em uma sessão extraordinária, sem data definida. Enquanto isso, o ponto dos grevistas foi cortado.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Metrô DF confirma operação com ATO em dezembro

16/11/2012

O Metrô do Distrito Federal confirmou que irá iniciar, em modo experimental, as operações com o Automatic Train Operation (ATO) a partir de dezembro. O início da operação do novo sistema foi confirmado após a realização de testes com o ATO em dez trens, entre as estações Ceilândia, Samambaia e Feira do Guará. A operação com o sistema será nos ramais Ceilândia e Samambaia, de segunda-feira a sábado, das 9h30 às 16h30, e aos domingos, das 7h às 19h.

Segundo o Metrô DF, a implantação do ATO deve dar mais precisão na condução dos trens, nos intervalos e possibilitar aos condutores uma função de supervisão, atuando em situações estratégicas. O novo sistema também proporcionará alinhamento automático dos trens nas plataformas e abertura e fechamento automático das portas. Toda a operação será controlada pelo Centro de Controle Operacional (CCO).

Com o novo sistema de controle de trens, o metrô pretende reduzir os tempos de viagens com economia de 5% de energia e aumentar a eficiência na condução dos trens. Ainda está previsto mais um teste com o ATO em toda a via, em um domingo a ser definido pela companhia.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

VLT de Brasília

O VLT de Brasília, Metrô Leve de Brasília ou Metrô de Superfície de Brasilia , ainda em fase de construção, será um meio de transporte baseado no sistema de veículos leves sobre trilhos (VLT), e tem como objetivos desafogar o fluxo de veículos, e incrementar o sistema público de transporte no Plano Piloto. O sistemas será operado pela Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF). O Projeto completo tem como intuito ligar o Aeroporto de Brasília ao Terminal da Asa Norte, através da via W3, e também ligará todo Eixo Monumental.

O sistema será formado por duas linhas, sendo que a primeira partirá do Aeroporto e passará pelo Terminal Rodoviário da Asa Sul, pela via W3 Sul e W3 Norte, até chegar ao Terminal da Asa Norte localizado no fim da Asa Norte, totalizando um percurso de aproximadamente 22,6 km. E a segunda linha fará a ligação de todo Eixo Monumental, e ligará vários pontos turísticos da Cidade, como a Praça dos Três Poderes, a Esplanada dos Ministérios, a Torre de TV, o Estádio Mané Garrincha, e o Memorial JK, num percurso de aproximadamente 6,3 km.
Os veículos a serem utilizados terão capacidade de transportar até 570 passageiros por veículo, e o sistema terá capacidade transportar até 120 mil passageiros por dia. Os veículos circularam numa velocidade comercial de 30 km/h, e numa velocidade máxima de 70 km/h. E o tempo de espera em cada estação será entre três e quatro minutos.

Obras de Construção
O primeiro trecho do VLT de Brasília a ser construído teve suas obras iniciadas em setembro de 2009 e fará a ligação do Terminal Asa Sul à quadra 502 Norte, num trajeto de 8,7 km e 11 estações. Esta fase da obra está orçada em R$ 780 milhões. O término da construção deste trecho deveria ocorrer até o final de 2010. No entanto, a obra foi paralisada pela Justiça em setembro de 2010. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) recomendou que o contrato para construção do VLT fosse anulado, por suspeita de irregularidade na concorrência pública.

Em abril de 2011, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal anulou a concorrência, que havia sido realizada em 2009. O Governo do Distrito Federal anunciou que fará uma nova licitação para o VLT.

Este trecho entre o Terminal Asa Sul e a quadra 502 Norte, bem como os demais trechos da linha 1 (um que ligará o Terminal Asa Sul ao Aeroporto, e outro que ligará a 502 Norte ao Terminal Norte), têm previsão de entrega para 2014.
Linha
Terminais
Extensão (km)
Estações
Duração das viagens (min)
Funcionamento
1
Aeroporto ↔ Terminal Asa Sul - (Integração com o Metrô de Brasília)
6,3
4
------
Em Construção
2
Terminal Asa Sul ↔ Terminal Asa Norte(via W3)
18,3
20
------
Em Estudos
3
Pç. dos 3 Poderes ↔ Memorial JK - (Via Esplanada e Eixo Monumental)
6,3
7
------
Em Estudos


O projeto da Linha 1 contará com 25 estações e 3 trechos:
  • AEROPORTO - TERMINAL DA ASA SUL - 6,5 km
  • TERMINAL DA ASA SUL - 502 NORTE - 8,7 km
  • 502 NORTE - TERMINAL DA ASA NORTE - 7,4 km
O Metrô Leve de Brasília (VLT) vai transportar cerca de 120 mil passageiros por dia – estimativa retirada do número de passageiros que circulam de ônibus hoje na W3 – e diminuir em 30% o fluxo de veículos de passeio.

  • Velocidade máxima: 70 km/h
  • » Velocidade comercial (média): 30 km/h
  • » Veículo com 2,65 m de largura
  • » 44 metros de comprimento (extensível para 54 m)
  • » Capacidade de 550 passageiros/veículo
  • » Estimativa de 12 mil passageiros/hora/sentido no pico, por dia

 O Metrô Leve, como é chamado, partirá do Terminal Asa Sul e cortará a via W3 Sul e chegará até a altura da 502 Norte. Esta é uma das três partes previstas na linha 1 do projeto que integra um conjunto de medidas desenvolvidas pelo GDF para revitalizar a W3.

O trajeto completo ligará o Aeroporto Internacional Juscelino Kubtschek ao Terminal da Asa Norte e deveria ficar pronto em 2014, ano da Copa do Mundo.

Linha 1
Trecho 1: Aeroporto - Terminal Asa Sul - 6,5 km
Trecho 2: Terminal Asa Sul - 502 Norte (prioritário) - 8,7 km
Trecho 3: 502 Norte – Terminal da Asa Norte - 7,4 km

Linha 2: Eixo Monumental

Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD): uma excelente notícia sobre o financiamento do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Em fase final de negociação, o empréstimo de 134 milhões de euros (cerca de R$ 330 milhões) está concretizado e pronto para a assinatura do contrato entre a instituição e o governo. Os recursos da Agência Francesa de Desenvolvimento deverão financiar 40% das obras do VLT na W3 Sul.

Respeitado este cronograma, o custo da obra - R$ 1,55 bilhão - não teria de ser revisto, pois assim não seria preciso que os canteiros operassem de noite, quando a hora extra é 50% mais cara. Como o VLT é uma obra "linear", diversos trechos podem ser construídos ao mesmo tempo, o que reduz o tempo de execução do empreendimento, mesmo com o trabalho sendo feito só durante o dia. Deste R$ 1,55 bilhão previsto, R$ 1 bilhão será usado para custear o trecho entre o aeroporto e o início do setor Norte. O restante será investido nos trilhos até o fim da Asa Norte.

A obra do VLT candango começou em dezembro de 2009, mas só 2% do cronograma foram executados até o momento. A empreitada está suspensa por decisão da 7ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal. Não há previsão de prazo para sua retomada.